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Busca pela vida em Marte deve considerar também as suas luas, diz estudo

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Busca pela vida em Marte deve considerar também as suas luas, diz estudo
Busca pela vida em Marte deve considerar também as suas luas, diz estudo

Dois pesquisadores japoneses publicaram um paper argumentativo onde afirmam que a busca por sinais de vida antiga em Marte deve também considerar uma ou as duas luas do planeta vermelho. Segundo eles, Fobos e Deimos trazem um tamanho menor de superfície, o que pode se traduzir em uma concentração maior dos mesmos sinais buscados em Marte pelo rover Perseverance, da Nasa.

Ryuki Hyodo e Tomohiro Usui, pesquisadores a serviço da JAXA, a agência espacial japonesa, estabelecem a trajetória das pesquisas em Marte, tentando determinar rumos para as missões nos próximos cinco anos. Como você sabe, a Nasa está em Marte com os rovers Perseverance e Curiosity e o helicóptero Ingenuity. As amostras coletadas por eles farão parte de um esforço conjunto entre as agências americana e europeia (ESA).

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A busca pela vida em Marte pode considerar também as suas luas, Fobos e Deimos, segundo estudo japonês
Fobos e Deimos, as duas luas de Marte, também podem ter material remetente à vida antiga no planeta vermelho. Estudo japonês defende que ambas devem ser exploradas da mesma forma que as agências fazem com o planeta hoje. Imagem: Pavel Gabzdyl/Shutterstock

É aí que entra a JAXA: o Japão pretende alavancar seu “Projeto MMX” (sigla em inglês para “Exploração das Luas Marcianas”), que consiste de enviar sondas de análise para Fobos e Deimos e trazê-las de volta antes do fim desta década. A ideia é que os resultados dessas sondas sejam também incluídos nos esforços das outras agências.

Isso porque Fobos e Deimos contam com um tamanho menor que a da Lua da Terra. O posicionamento dos especialistas japoneses é o de que quaisquer sinais de vida em Marte também devem estar presentes em uma ou nas duas luas, porém em bem maior concentração – além de menores que a nossa Lua, Fobos e Deimos estão bem mais perto de Marte do que o nosso satélite está da Terra.

Já foi estabelecido que Marte foi atingido por vários asteroides ao longo de milhões de anos, com pedaços desses impactos enviando partes materiais pelo espaço. A ideia é que, se algum desses encontros desencadeou algum sinal de vida, pode ser que as luas de Marte, dada a proximidade, também tenham sido atingidas por esses choques – ou, no mínimo, recebeu destroços de qualquer “pancada” que Marte tenha sofrido.

Fobos e Deimos possuem um ambiente consideravelmente estéril, segundo pesquisas anteriores. Hyodo e Usui argumentam que, devido a isso, qualquer material de interesse de estudo que possa ter se manifestado ou levado até as luas pode ainda estar bem conservado, em um estado pouco ou nada alterado.

O paper é bastante especulativo, mas tem certa fundamentação. Ainda não é possível afirmar qualquer veracidade pois, fazendo sentido ou não, ainda falta a parte prática: o Projeto MMX da JAXA ainda não tem uma data de lançamento definida, com sua página oficial falando apenas em algum momento nesta década.

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