Mercado abrirá em 1 h 26 min
  • BOVESPA

    106.296,18
    -1.438,82 (-1,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.889,66
    -130,44 (-0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,52
    +0,76 (+0,91%)
     
  • OURO

    1.800,20
    +3,90 (+0,22%)
     
  • BTC-USD

    62.627,99
    +1.582,82 (+2,59%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.453,34
    -49,70 (-3,31%)
     
  • S&P500

    4.544,90
    -4,88 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    35.677,02
    +73,92 (+0,21%)
     
  • FTSE

    7.245,13
    +40,58 (+0,56%)
     
  • HANG SENG

    26.132,03
    +5,10 (+0,02%)
     
  • NIKKEI

    28.600,41
    -204,44 (-0,71%)
     
  • NASDAQ

    15.379,50
    +38,50 (+0,25%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5648
    -0,0160 (-0,24%)
     

Burnout de mulheres cresce na pandemia e prejudica carreiras

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O esgotamento pela pandemia está diminuindo o lento, mas constante progresso que as mulheres fizeram entre idas e vindas na escala corporativa nos últimos cinco anos, segundo relatório da McKinsey & Co. realizado em parceria com a LeanIn.Org e divulgado na segunda-feira.

Most Read from Bloomberg

Em uma pesquisa anual com 65.000 trabalhadores em 423 organizações, um terço das mulheres disse que estava considerando reduzir sua carreira ou abandonar o mercado de trabalho por completo. Esse número saltou quase 10 pontos percentuais desde o início da pandemia. As mulheres, segundo a pesquisa, eram mais propensas a relatar o burnout do que os homens -- uma diferença que também aumentou no ano passado.

“Nossas preocupações são o impacto do esgotamento pela pandemia nas mulheres a longo prazo e o que as empresas precisam fazer em resposta”, disse Rachel Thomas, cofundadora e diretora executiva da Lean In.

Nos últimos cinco anos, a representação das mulheres aumentou em todos os níveis, segundo o relatório. As mulheres ocupam quase 50% de todos os empregos de nível básico e cerca de um quarto dos cargos executivos, cada um com alguns pontos percentuais a mais do que em 2016.

Mas a pandemia colocou esses pequenos ganhos em risco, diz o relatório. “A representação feminina é apenas parte da história”, escrevem os autores. “A pandemia continua afetando os funcionários, especialmente as mulheres.”

A dificuldade de cuidar de crianças em meio à pandemia já empurrou milhões de mulheres nos Estados Unidos para fora do mercado de trabalho. Pesquisas como esta e outras sugerem que, se as coisas não melhorarem, muito mais acontecerá em breve.

O cuidado infantil é apenas uma peça do quebra-cabeça do esgotamento das mulheres, de acordo com a pesquisa. Funcionários subordinados a gerentes mulheres dizem que suas chefes são mais propensas a fornecer suporte emocional e ajudá-los a lidar com questões de vida profissional durante a pandemia. As líderes seniores do gênero feminino também têm maior probabilidade de assumir trabalhos formais e informais, promovendo a diversidade e a inclusão em suas organizações.

Esse tipo de trabalho “não está sendo reconhecido e nem recompensado” em um nível formal, como nas avaliações de desempenho, concluíram os autores. “Se os últimos anos nos disseram alguma coisa, é que existe um componente inteiro de desempenho que pode não estar vinculado a métricas operacionais e financeiras”, disse Jess Huang, sócia da McKinsey que foi coautora do estudo.

Apesar dos pequenos ganhos deste ano, o avanço corporativo ainda reserva muitos problemas para as mulheres. Quando assumem funções de gerência, é mais provável que elas relatem microagressões, como terem sua competência contestada ou seu julgamento questionado.

Most Read from Bloomberg Businessweek

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos