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Burger King lança delivery próprio e deixa de depender de iFood e Rappi

·2 min de leitura
Burger King
Objetivo da empresa é se tornar uma foodtech

(Omar Marques/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

  • Burger King lança plataforma de delivery própria;

  • Iniciativa já chega a 45% dos restaurantes da empresa;

  • Objetivo é ampliar a presença nos lares brasileiros sem depender de serviços como iFood e Rappi.

Depois de dar início a uma transformação tecnológica no começo de 2021, o Burger King agora anuncia o lançamento oficial de sua plataforma de delivery. A novidade chega para ampliar a presença da empresa nos lares brasileiros e fugir da dependência de serviços como iFood e Rappi.

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“O início da nossa atuação com delivery próprio vai muito além de apresentar uma nova opção de compra para os nossos consumidores. Nós queremos oferecer preços ainda mais competitivos e as melhores experiências, desde o atendimento até a qualidade dos produtos, para que o BK siga como uma referência de atuação digital no setor de fast-food do Brasil”, comentou Alexandre Cezilla, diretor de Vendas do Burger King do Brasil, à Exame.

A iniciativa conta, inclusive, com um hub logístico que envolve a atuação de três empresas diferentes no serviço de entrega. Isso quer dizer que, quando o cliente fizer um pedido, o parceiro que oferecer a entrega mais rápida é selecionado.

Atualmente, a plataforma de delivery alcança 45% dos restaurantes do BK, em 100 cidades do Brasil. A expectativa é de que, até o terceiro trimestre deste ano – ou seja, por volta de julho – sejam 70% dos restaurantes, em outras 40 cidades.

Burger King planeja virar foodtech

Cezilla ainda explica que o desejo da empresa é se tornar uma foodtech, que nada mais é do que uma companhia que aplica soluções tecnológicas no setor alimentício. Por isso, além da plataforma de delivery, o Burger King também investe em totens de autoatendimento, compras via aplicativo e pagamentos contactless.

Só no terceiro trimestre de 2021, os canais digitais do BK (delivery, totem e app) registraram um recorde de vendas, com alta de 70% em comparação ao mesmo período de 2020. Ao todo, foram R$ 231,4 milhões. As informações são da Exame.

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