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Burger King é condenado a indenizar funcionária que foi chamada de "gorda e feia"

·1 min de leitura
Burger King é condenado a indenizar funcionária que foi chamada de
Burger King é condenado a indenizar funcionária que foi chamada de "gorda e feia". Foto: Getty Images.
  • O Burger King foi condenado pela Justiça a pagar R$ 8,5 mil a uma funcionária por danos morais;

  • Segundo os autos, a gerente proferiu as palavras à funcionária por esta não se encaixar no cargo exercido;

  • De acordo com a autora do processo, o ideal “seria ser magra, bonita e maquiada”.

O Burger King, rede de fast food, foi condenado pela 5ª Turma do TRT da 2ª Região, São Paulo, a pagar R$ 8,5 mil a uma funcionária por danos morais, depois que esta foi transferida de cargo pela gerente de uma unidade por não ser “magra, bonita e maquiada” e ser “gorda e feia”.

De acordo com os autos, a gerente em questão proferiu as palavras à funcionária por considerar que esta não se encaixava na função exercida na empresa. Segundo a autora do processo, o ideal “seria ser magra, bonita e maquiada”.

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Contudo, no processo, a suspeita contestou as acusações, alegando não saber o motivo pelo qual a trabalhadora foi transferida de cargo.

A colaboradora provou seu relato por meio do depoimento de confirmação de duas testemunhas que presenciaram os ataques.

Uma delas afirmou que a política do estabelecimento colocava as “gordinhas” mais para o fundo da loja, enquanto as “mais magrinhas” ficavam mais à frente.

Como resposta, o Burger King alegou nos autos que não existia hierarquia entre a função anterior e a mais recente da funcionária.

Contudo, a autora do processo demonstrou que o cargo do qual a trabalhadora foi removida permitia “acesso mais rápido a outras funções”.

A juíza relatora Meire Iwai Sakata considerou na sentença que "não pode a empresa, através de sua preposta (no caso, superior hierárquico) humilhar o empregado".

O Burger King afirmou que repudia qualquer tipo de discriminação, prezando pelo respeito à diversidade. Quanto ao processo em questão, a companhia disse que tomou ciência e que está tratando-o no judiciário.

As informações são do Jornal O Estado de São Paulo.