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Bullard, do Fed, defende aperto monetário para combater inflação

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, disse que o banco central deve acelerar a redução do estímulo monetário em resposta ao avanço da inflação nos Estados Unidos.

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“Acho que cabe ao comitê ir em uma direção mais ‘hawkish’ nas próximas duas reuniões, para que possamos administrar o risco da inflação de forma adequada”, disse Bullard sobre o aperto da política monetária em entrevista à Bloomberg Television na terça-feira. Em 2022, Bullard votará no Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês).

No início do mês, o FOMC informou que começaria a desacelerar o programa de compras de títulos de US$ 120 bilhões por mês implementado no ano passado. Com o ritmo de redução planejado, o Fed encerraria totalmente as compras em meados de 2022.

Desde então, dados do governo apontam para um ritmo mais forte de aumento dos preços, o que levou especialistas a pedirem que o Fed acelere o processo de redução do estímulo. Um relatório do Departamento de Trabalho divulgado em 10 de novembro mostrou que o índice de preços ao consumidor subiu 6,2% nos 12 meses até outubro, a maior taxa de inflação desde 1990.

“Poderíamos agir mais rapidamente, mantivemos a opcionalidade sobre isso, de que poderíamos acelerar a redução se for apropriado”, disse Bullard, observando que havia proposto o fim da redução das compras de títulos em março.

Bullard afirmou que o comitê também terá a opção de elevar os juros ao longo da redução do estímulo caso queira ir mais rápido.

“Outra consideração que eu colocaria sobre a mesa, e que coloquei sobre a mesa, é que podemos permitir o escoamento do balanço patrimonial no final da redução em vez de esperar por essa decisão por um tempo”, disse Bullard. “Acho que seria uma maneira de ter uma política um pouco mais ‘hawkish’ do que outra forma.”

Outras autoridades do Fed não têm pressa em acelerar a redução. O presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, disse na segunda-feira que o banco central pode ser “paciente” na avaliação da redução do estímulo e “é muito útil termos mais alguns meses para avaliar”. Já o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, disse na segunda-feira: “Não devemos reagir de forma exagerada ao que provavelmente será um fator temporário.”

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