Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.652,56
    +123,59 (+0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,02
    -0,65 (-1,04%)
     
  • OURO

    1.794,40
    +16,00 (+0,90%)
     
  • BTC-USD

    56.019,69
    +493,45 (+0,89%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.291,84
    +28,88 (+2,29%)
     
  • S&P500

    4.157,63
    +22,69 (+0,55%)
     
  • DOW JONES

    34.008,20
    +186,90 (+0,55%)
     
  • FTSE

    6.900,78
    +40,91 (+0,60%)
     
  • HANG SENG

    28.621,92
    -513,81 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    28.508,55
    -591,83 (-2,03%)
     
  • NASDAQ

    13.860,00
    +65,75 (+0,48%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7022
    -0,0003 (-0,00%)
     

British Airways considera vender sede em Londres e aumentar teletrabalho

·1 minuto de leitura
Aviões da British Airways parados no Terminal 5 do aeroporto de Heathrow, Londres, em 16 de março de 2020

A companhia aérea British Airways considera a possibilidade de vender a sua sede em Londres, perto do aeroporto de Heathrow, para encher seu caixa, aproveitando o teletrabalho para muitos de seus funcionários devido à pandemia.

A pandemia "acelerou nosso enfoque em direção a uma forma mais flexível e ágil de trabalho (...) também reestruturamos nossas operações para sair da crise e estamos avaliando se continuamos a precisar de uma sede tão grande", explicou a filial do grupo hispânico-britânico International Airlines Group (IAG), em comunicado nesta sexta-feira.

Cerca de 2.000 funcionários trabalham no enorme complexo da British Airways em Waterside.

Muitas empresas, incluindo grandes bancos britânicos e a gigante do petróleo BP, transformaram sua organização para usar o teletrabalho desde o início da pandemia.

Isso permite reduzir os custos imobiliários em um momento em que muitos setores, principalmente aéreo e energético, têm sido fortemente afetados pelo impacto econômico do coronavírus.

O setor de aviação, em particular, atravessa uma crise histórica, com o tráfego aniquilado por medidas sanitárias, confinamentos e restrições de viagens.

O IAG, que também possui as companhias Iberia e Vueling, entre outras, sofreu uma perda recorde de 6,9 bilhões de euros (8,2 bilhões de dólares) em 2020.

O grupo tem lutado para cortar gastos para sobreviver à crise e suprimiu 10.000 empregos na British Airways, além de colocar muitos trabalhadores em desemprego técnico.

O caixa do IAG no final de dezembro totalizava 10,3 bilhões de euros, incluindo um aumento de capital de € 2,7 bilhões e € 2 bilhões em compromissos de empréstimo de uma agência do governo britânico, UK Export Finance.

Em sua busca por liquidez, o IAG também anunciou na quinta-feira o lançamento de uma emissão de títulos de 1 bilhão de euros.

ved-acc/tjc/mr