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Brincadeira de criança? Que nada! O mercado gamer está mais maduro do que nunca

·3 min de leitura

A cena de esportes eletrônicos vêm crescendo exponencialmente ao longo dos anos, assumindo seu protagonismo durante a pandemia. De acordo com a Pesquisa Game Brasil (PGB), divulgada no início deste ano, 75,8% dos gamers brasileiros afirmaram jogar mais durante o período e 68% afirmam que os jogos são sua principal fonte de entretenimento.

Podemos dizer que essa popularização do consumo de games e conteúdos impactou positivamente o mercado de dispositivos móveis, uma vez que a PGB revelou ainda que a maioria dos brasileiros (41,6%) prefere jogar nos smartphones. Não demorou muito para que as fabricantes mais antenadas ouvissem os consumidores para oferecer aparelhos que rodassem os jogos de maneira mais fluída e imersiva.

O estudo, que é fruto de uma parceria entre Sioux Group, Go Gamers, Blend New Research e ESPM, ouviu mais de 12 mil pessoas em 26 estados e no Distrito Federal. Outro insight interessante é que os jogadores que usam o celular passam mais tempo nesta atividade: cerca de 40,8% do público afirma jogar todos os dias – nos consoles, essa porcentagem é de 15%, enquanto nos computadores é de 19,6%.

Já encontramos no mercado produtos que trazem diferenciais que transformam esta experiência em algo ainda mais intenso – telas de AMOLED Full HD+, botões ultrassônicos que permitem agir rapidamente, além de motores de vibração para maior imersão e detecção de movimento 3D.

Sem falar nos smartphones projetados especialmente para atender o público gamer e que oferecem, por exemplo, inovadora arquitetura de refrigeração líquida dupla e interface personalizada para uso na horizontal, garantindo uma jogabilidade poderosa, além de uma experiência totalmente fluida e imersiva. Afinal de contas, a ergonomia do aparelho faz toda a diferença para jogadores mais frequentes.

Enfim, não há limites para quem acompanha de perto esse segmento. E, quando falamos do mercado de games e das oportunidades para marcas, algumas iniciativas importantes vêm sendo postas em prática: desde patrocínios de equipes e torneios, até projetos especiais como campeonatos proprietários e intervenções dentro de jogos, que oferecem entretenimento para quem vê e oportunidade para quem joga.

O público, apesar de diverso, mostra-se predisposto a alcançar o sonho de ser profissional, de forma tão abrangente como o que o futebol de campo representou no passado. Os pro-players hoje têm salários atrativos, reconhecimento profissional e projeção midiática. Esses motivos fazem com que jovens do Brasil corram atrás dos seus sonhos por meio desta profissão que possibilita uma verdadeira transformação na realidade de jogadores e familiares.

Mas como chegar lá e ter uma chance em um mercado que já se mostra tão competitivo? A primeira lição é: não tem vida fácil. É preciso treinar duro, ter disciplina, visão e conhecimento profundo dos jogos e dos devices que possibilitam melhores performances.

O papel dos olheiros tem se mostrado fundamental também na identificação dos novos talentos que irão compor times vencedores contando, claro, com o apoio de marcas que acreditem em seu potencial. É o caso da Motorola que, em uma iniciativa inédita no segmento, firmou parceria com a BBL para lançar o Power 2 Game, o primeiro reality para o público gamer que será transmitido semanalmente no perfil @PWR2PLAY, no Tik Tok.

O primeiro episódio vai ao ar no dia 4 de novembro e promete revelar pro-players para representar a equipe Flamengo Esports, time brasileiro de esportes eletrônicos vinculado à tradicional equipe de futebol, no jogo League of Legends: Wild Rift, da Riot Games. Vale a pena conferir de perto esses jogadores apaixonados em ação. Fique de olho e se prepare para torcer!

Fonte: Canaltech

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