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Brilho ultravioleta da Via Láctea é medido sem interferência do Sol pela 1ª vez

·2 min de leitura

Um novo estudo conseguiu medir pela primeira vez o brilho do fundo galáctico conhecido como Lyman-alpha, usando um instrumento a bordo da sonda New Horizons, que estudou Plutão e suas luas em 2015. De acordo com os autores do estudo, o brilho se torna cerca de 20 vezes mais fraco quando é analisado além da órbita de Plutão, em relação ao fundo Lyman-alfa observado quando se está perto da Terra.

Detectado pela primeira vez na década de 1960, o fundo ultravioleta do espaço Lyman-alpha permeia o espaço e pode ser usado para estudar o vento de átomos de hidrogênio que percorrem o Sistema Solar. Contudo, na maior parte de nosso “quintal cósmico”, o plano de fundo é dominado por fótons Lyman-alfa emitidos pelo Sol e espalhados por átomos de hidrogênio interestelar.

Por outro lado, a espaçonave New Horizons viaja pelo território do Sistema Solar externo, ou seja, além da órbita de Netuno. Lá, o componente da luz solar no sinal de Lyman-alfa é muito menor, enquanto os componentes emissores dessa luz mais fracos das regiões próximas da Via Láctea tornam-se mais fáceis de distinguir. Em outras palavras, quanto mais longe estiver o instrumento, melhor.

Este mapa mostra várias varreduras do fundo Lyman-alpha, obtidas pelo espectrógrafo ultravioleta da New Horizons quando estava a 45 UA do Sol (Imagem: Reprodução/SwRI)
Este mapa mostra várias varreduras do fundo Lyman-alpha, obtidas pelo espectrógrafo ultravioleta da New Horizons quando estava a 45 UA do Sol (Imagem: Reprodução/SwRI)

Assim, a New Horizons, da NASA, foi usada várias vezes para esse estudo — três vezes durante a viagem para Plutão, outra um mês antes do sobrevoo ao redor de Plutão, e cinco vezes depois, quando a sonda estava ainda mais longe da Terra, a 47 unidades astronômicas afastada do Sol (uma unidade astronômica equivale à distância média entre o Sol e a Terra).

Gladstone espera que esta descoberta ajude os astrônomos a entender melhor as regiões próximas da Via Láctea. O artigo que descreve o estudo foi publicado no Astronomical Journal.

Fonte: Canaltech

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