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BRICS exige suspensão de patentes de vacinas anticovid

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Os cinco países emergentes que compõem o grupo BRICS voltaram a insistir na necessidade de suspender as patentes das vacinas anticovid para que as nações desfavorecidas possam acessar os imunizantes

Os cinco países emergentes que compõem o grupo BRICS voltaram a insistir, nesta terça-feira (1º), na necessidade de suspender as patentes das vacinas anticovid para que as nações desfavorecidas possam acessar os imunizantes.

O BRICS - formado em 2006 por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - emitiu um comunicado conjunto após uma conferência online presidida pelo ministro indiano das Relações Exteriores, Subrahmanyam Jaishankar.

Os ministros de Exteriores afirmaram que uma "imunização ampla" ajudaria a acabar com a pandemia, e destacaram a "urgência de que se desenvolva a distribuição e o envio de vacinas contra a covid-19, especialmente em países em desenvolvimento".

Por sua vez, em Pretoria, a ministra sul-africana das Relações Exteriores, Naledi Pandor, insistiu que "ninguém estará seguro até que todos estejamos".

Um acordo de suspensão "permitiría o uso da propriedade intelectual, o compartilhamento e a transferência de tecnologias", declarou Pandor durante a reunião online do grupo, e isso facilitaria "a produção de vacinas terapêuticas e uma distribuição mais ampla".

África do Sul e Índia estão lançando uma campanha na Organização Mundial do Comércio (OMC) para que se renuncie temporariamente os direitos de propriedade intelectual.

O presidente americano Joe Biden se mostrou favorável, assim como a China, mas outros atores de destaque da indústria farmacêutica, como a União Europeia, o Reino Unido e Japão, são contra a ideia.

Segundo a OMS, a África subsaariana aplicou apenas 2% das vacinas administradas no mundo.

Até o momento, 63 países apoiaram a proposta de Nova Délhi e Pretoria, mas para alcançar um acordo é necessário ter unanimidade entre os 164 países-membros da OMC.

burs-mgu-sn/ger/jvb/mb/aa