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Brechó de luxo online aposta em inteligência artificial para verificar peças

·2 minuto de leitura

A pirataria de itens de luxo é uma das atividades que a tecnologia tenta combater. Pelo menos é assim na Inffino, um e-commerce de artigos de segunda mão, o popular brechó, que usa inteligência artificial para verificar a autenticidade das peças que vende.

O sistema escolhido pelos sócios Mila e Cássio Silbermann compara as fotos do item com mais de 45 milhões de imagens disponíveis no banco de dados. São verificadas características como textura, material e qualidade da costura. A partir disso, a ferramenta aponta se o artigo é original.

A tecnologia ajuda a dar mais rapidez à triagem dos produtos. Antes, a verificação de autenticidade levava, em média, quatro horas. Agora, esse tempo foi diminuído para uma hora. Todas as peças da loja passam por uma verificação tripla: a inteligência artificial, o reconhecimento de características, como cheiro do couro e barulho do zíper, por exemplo, e a identificação de série individual.

Imagem: Reprodução/Envato/StudioLucky
Imagem: Reprodução/Envato/StudioLucky

O banco de dados armazena as imagens das peças verificadas e, com isso, a avaliação dos itens é cada vez mais precisa. Esse aprendizado de máquina permite que a tecnologia ajude no descarte de artigos falsificados. O custo médio mensal do brechó com o sistema é de cerca de US$ 200 (algo perto de R$ 1 mil). O faturamento da loja cresceu cinco vezes em 2020 e, para os empresários, a tecnologia foi importante no processo.

Segmento teve alta na pandemia

Segundo Silbermann, a autenticação é a chave do negócio da Inffino. “No setor, temos pouca competição porque fazer essa autenticação requer experiência.” Os preços das peças variam de acordo com seu estado e preço original. A Infinno fica com 30% a 50% do valor do artigo. A especialidade do e-commerce são bolsas de grifes como Louis Vuitton, Gucci, Prada e Hermès — alguns produtos têm preços que passam dos R$ 40 mil.

Ele conta que a pandemia levantou o mercado da Inffino. “Em casa, as pessoas tiveram tempo de conhecer mais o e-commerce. E teve gente que precisou levantar recursos. Nossa empresa faz isso: a gente vende, mas a gente paga também”, destaca.

Para o futuro, Silbermann acredita que o mercado de segunda mão ainda pode render mais frutos, principalmente no segmento de luxo. “Muitas marcas já até fazem parcerias com esses negócios, porque perceberam que a geração millennial compra o produto primário quando tem certeza que pode vendê-lo depois. É uma geração preocupada com sustentabilidade, com economia circular.”

Fonte: Canaltech

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