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Brave testa ferramenta para contornar páginas AMP na web

·2 min de leitura

O Brave iniciou testes com uma ferramenta para contornar páginas renderizadas em AMP (Accelerated Mobile Pages) no celular e no PC. Chamado “De-AMP”, o recurso burla o carregamento automático do site adaptado com framework do Google e vai direto para a versão original.

Segundo o Brave, o AMP “viola a privacidade, segurança e qualidade da experiência” dos usuários, além de dar ao Google controle exclusivo da “direção da web”. A solução De-AMP trabalha reescrevendo links e URLs para evitar que o usuário seja levado para a página adaptada e, se isso não for possível, o navegador “observará como as páginas estão sendo buscadas e redirecionará os usuários para fora das páginas AMP” antes de elas serem renderizadas, impedindo a execução de código do Google.

O recurso estará ativado por padrão assim que for lançado de forma definitiva (Imagem: Reprodução/Brave)
O recurso estará ativado por padrão assim que for lançado de forma definitiva (Imagem: Reprodução/Brave)

AMP, para quem não conhece, é uma estrutura HTML de código aberto criado pelo Google como uma alternativa para otimizar a navegação online pelo celular. Naturalmente, a própria empresa garante algumas vantagens para quem optar pelo formato, como integração com serviços Google Ads.

“Se você pesquisar ‘principais notícias do New York Times’ na Pesquisa do Google, o buscador pré-carregará a maioria (ou todas) as páginas em segundo plano, assim baixando dados desnecessários no seu dispositivo. E, quando você clicar num artigo, ele será fornecido pelo Google, mas fazendo você acreditar que está no New York Times”, explicou o Brave no anúncio.

Contornando o Google

A empresa por trás do navegador conta que framework AMP garante ao Google uma visão muito mais ampla sobre os hábitos do usuário da web, induz ao erro ao acreditar estar na página oficial e monopoliza a “entrega” da web pelos servidores da empresa.

A função De-AMP do Brave ainda está em testes nas versões Nightly e Beta, mas a empresa pretende lançá-lo (ativado por padrão) na versão 1.38 no desktop e Android — em seguida, no iOS.

Fonte: Canaltech

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