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Braskem reserva mais R$ 1,6 bilhão para arcar com despesas de problema geológico em Maceió

Stella Fontes
·2 minuto de leitura
(Foto: AP Photo/Matt Slocum)
(Foto: AP Photo/Matt Slocum)

A Braskem informou nesta quinta-feira que vai separar mais R$ 1,6 bilhão para fazer frente aos gastos com o afundamento do solo em bairros de Maceió (AL), na região em que a petroquímica operava uma mineração de sal-gema.

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Com a recente ampliação da área considerada de risco pela Defesa Civil de Maceió, a companhia vai provisionar mais R$ 850 milhões para “potenciais medidas de apoio aos moradores das novas áreas” e R$ 750 milhões para o encerramento definitivo da extração de sal-gema na capital alagoana e monitoramento dos 35 poços.

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Com o novo provisionamento, sobe a R$ 5 bilhões o total separado pela petroquímica para cobrir as despesas estimadas com o problema geológico em Maceió. No quarto trimestre, a Braskem já havia provisionado R$ 3,4 bilhões para arcar com as despesas de Alagoas, o que resultou em prejuízo trimestral de R$ 2,9 bilhões, o maior de sua história.

“Adicionalmente, em relação à ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal referente aos danos socioambientais, a companhia informa que continua em diálogos com as autoridades e manterá o mercado informado dos desdobramentos relevantes desse processo”, informa no documento.

Parte dos recursos provisionados anteriormente já foi liberada a famílias removidas da área considerada de risco pela Defesa Civil. Antes do novo ofício, a companhia havia acordado com as autoridades a desocupação de 4,5 mil imóveis nos bairros Pinheiro, Bebedouro, Mutange e Bom Parto. Agora, mais 1,918 mil construções entraram na conta.

A nova provisão vem em um momento negativo para a indústria petroquímica, com o ciclo de baixa e os reflexos da covid-19 na demanda global. Nesta quinta-feira, a Braskem informou também que a S&P reduziu para BB+ sua nota de classificação de risco, levando-a a perder o grau de investimento.

Em comunicado ao mercado na sexta-feira, depois de a Fitch também ter rebaixado a nota de crédito da Braskem para BB+, a empresa informou que “apesar do cenário adverso resultante do ciclo e da pandemia, mantém sólida posição de caixa e o perfil de endividamento bastante alongado”.

Em caixa e equivalentes, a companhia contava com US$ 3 bilhões em abril, após saque de uma linha de crédito rotativo de US$ 1 bilhão.

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