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Brasileiros sabem que empresas coletam seus dados, mas temem pela sua segurança

·2 minuto de leitura

Com a transição para o mundo online acelerada pela pandemia, muitos brasileiros começaram a usar soluções digitais como parte de seu cotidiano. A maioria deles está ciente de que isso implica em ceder dados para empresa, mas não confia muito na capacidade delas de manter seus dados protegidos.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha a pedido da MasterCard mostra que 92% dos entrevistados sabem que companhias guardam informações sobre seus hábitos de consumo e lazer. No entanto, em uma escala de 1 a 10, eles avaliam com a nota média 5,1 o grau de confiança que tem sobre a possibilidade de eles permanecerem seguros.

Isso é explicado pelo fato de que 73% dos entrevistados já recebeu algum tipo de ameaça digital, seja por meio do recebimento de mensagens falsas ou do roubo de senhas. O alto grau de desconfiança vem acompanhado da conscientização sobre medidas de segurança: 80% evitam clicar em links suspeitos, enquanto 75% não se conectam em redes Wi-Fi públicas — mas somente 64% evitam compartilhar a mesma senha entre diferentes aplicativos.

Redes sociais são consideradas inseguras

As redes sociais são relatadas como os ambientes menos confiáveis, enquanto escolas, faculdades, hospitais e clínicas de exames médicos são apontados como as instituições mais confiáveis — segundo a pesquisa, somente 13% dos brasileiros acreditam que suas informações estão bastante seguras, enquanto 21% consideram que não são bem protegidas.

Para minimizar a sensação de insegurança do público, é preciso que empresas invistam em soluções de proteção que acompanhem a velocidade com que sistemas de fraudes são criados. Entre os recursos que surgem para o futuro estão novos métodos de biometria, bem como o uso de técnicas de inteligência artificial capazes de detectar desvios de comportamento e proteger sistemas antes que sejam invadidos e tenham dados comprometidos.

Fonte: Canaltech

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