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Brasileiros das classes C e D usam mais o celular para trabalho

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Cerca de 36,8% dos cidadãos das classes C e D usam o celular principalmente para trabalhar, de acordo com uma pesquisa da empresa de soluções móveis Go2Mob sobre o uso do aparelho nas classes sociais C e D (renda entre dois e dez salários mínimos).

Para a realizadora do levantamento, a falta de emprego com carteira assinada no mercado de trabalho tem levado mais brasileiros a buscarem profissões informais, como motorista ou entregador de aplicativos e alimentos para entrega. Essas funções normalmente demandam o uso diário do celular, o que justificaria o percentual destacado pela Go2Mob.

O levantamento contou com a participação de 4.500 pessoas das classes C e D dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, que responderam a questões de múltipla escolha. O estudo também mostra o percentual de uso de outras atividades realizadas com o telefone, como ligações de voz (23,1%), trocar mensagens de texto (13,2%), fazer compras (6,6%), acessar as redes sociais (5,5%) e jogos (2,7%).

Marca preferida para celular, segundo 51,5% dos entrevistados, foi a <a class="link " href="https://canaltech.com.br/empresa/samsung/" rel="nofollow noopener" target="_blank" data-ylk="slk:Samsung">Samsung</a> (Imagem: Divulgação/Samsung)
Marca preferida para celular, segundo 51,5% dos entrevistados, foi a Samsung (Imagem: Divulgação/Samsung)

Embora 45,9% dos brasileiros afirmem ter uma renda familiar inferior a R$ 1.000 mensais, 30,7% trocaram de smartphone nos últimos 12 meses. A marca preferida foi a Samsung (51,5%), seguida por Motorola (19,5%), Xiaomi (9,6%), Apple (6,4%), Multilaser (5,3%), Sony Ericsson e Nokia (0,8%). A opção “outras marcas” foi assinalada por 6,1%.

Dos entrevistados que compraram um novo celular no último ano, 41,3% pagaram menos de R$ 1.000. Já 38,6% investiram de R$ 1.000 a R$ 2.000. A faixa entre R$ 2.000 e R$ 3.000 foi a opção para 10,2%, enquanto 5,9% ficaram com aparelhos de R$ 3.000 a R$ 4.000 e 2,4% escolheram celulares entre R$ 4.000 e R$ 5.000. Apenas 1,6% dos respondentes adquiriram telefones com preço superior a R$ 5.000.

Por outro lado, 28,7% dos entrevistados pretendem trocar de celular neste ano. Neste grupo, a Samsung também lidera a preferência (39,7%). Em segundo lugar, aparece a Motorola (21,9%), seguida por Xiaomi (8,7%), Apple (7%), Multilaser (2,1%) e Nokia (0,4%). A opção “outras marcas” foi selecionada por 20,2% dos entrevistados.

Maioria dos ouvidos na pesquisa nvestiu de R$ 1.000 a R$ 2.000 no notebook (Imagem: Divulgação/HP)
Maioria dos ouvidos na pesquisa nvestiu de R$ 1.000 a R$ 2.000 no notebook (Imagem: Divulgação/HP)

Samsung lidera entre notebooks

A pesquisa também procurou saber o comportamento dos consumidores em relação ao uso de notebooks e tablets. Quando questionados se haviam comprado um notebook nos últimos 12 meses, 18% responderam que sim. Novamente a Samsung liderou o ranking com 48,9% de predileção. Em seguida, ficaram LG (16,3%), Asus (11,5%), Apple (7,9%), Acer (5,7%), Dell (3,5%), Positivo (3,1%) e Lenovo (2,2%).

A maioria dos entrevistados (49,5%) investiu de R$ 1.000 a R$ 2.000 no aparelho. Entre as atividades mais realizadas apareceram estudar (34,8%), trabalhar (22,5%), jogar (13,9%) e acessar as redes sociais (5,9%). Entre os respondentes, 26,9% querem trocar de laptop ainda em 2022. A Samsung também é a marca com a maior intenção de compra (62%) neste caso.

No estudo, 31,6% afirmaram usar tablet para estudar (Imagem: Ivo Meneghel Jr/ Canaltech)
No estudo, 31,6% afirmaram usar tablet para estudar (Imagem: Ivo Meneghel Jr/ Canaltech)

Tablet: maioria utiliza o aparelho para estudar

Sobre o uso do tablet no dia a dia, 31,6% dos respondentes afirmaram usá-lo para estudar, outros 19,3% para trabalhar e 14% para jogar. Já 9,4% disseram que os filhos estudam com o apoio do aparelho. Compras (8,8%) e acesso às redes sociais (5,8%) também estão entre as atividades realizadas.

Além disso, 18,1% dos entrevistados disseram ter comprado um tablet nos últimos 12 meses. A Samsung ficou no topo entre marcas preferidas (36,6%), seguida por LG (20,1%), Asus (8,9%), Apple (7,1%), Dell (6,3%), Lenovo (4,5%), Positivo (4%), Acer (4%) e Motorola (3,1%). A opção “outras marcas” foi selecionada por 5,4% das pessoas.

Quanto ao valor do aparelho, 46,4% disseram ter investido menos de R$ 1.000. Já 43,2% pagaram de R$ 1.000 a R$ 2.000, enquanto 6,4 % fizeram escolhas entre R$ 2.000 e R$ 3.000 e 4,1% gastaram mais de R$ 3.000. Em relação aos que pretendem comprar um tablet ainda em 2022, a porcentagem foi de apenas 13,7%.

Fonte: Canaltech

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