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Brasileiros agora podem comprar cotas para investir em big techs

Tissiane Vicentin
·3 minuto de leitura
Brasileiros agora podem comprar cotas para investir em big techs
Brasileiros agora podem comprar cotas para investir em big techs

Nesta quarta-feira (28) estreou o primeiro fundo de investimentos ETF internacional na Bolsa de Valores do Brasil (B3), com foco em empresas de tecnologia. Chamado de It Now Tech, o fundo de índice permite que brasileiros comprem cotas para investir nas big techs.

Já no dia de estreia, o fundo de índice, que teve valor inicial de R$ 50, operou com alta de 10,2%.

A composição do fundo é formada pelas FAANG, que inclui Facebook, Apple, Amazon, Netflix, Google, além das big techs Nvidia, Tesla e Twitter, e de duas das maiores representantes da TI chinesa: Alibaba e Baidu.

Imagem mostra parcialmente a tela de uma bolsa de valores, exibindo números de investimentos
Fundo de índice ETF é composto por gigantes da tecnologia como Facebook, Apple, Amazon, Netflix e Google. Crédito: Shutterstock

O produto, negociado por aqui com a sigla TECK11, é gerido pelo Itaú Asset Management, com cotas de renda variável negociadas de forma semelhante às ações.

Mas, diferentemente das ações, que investidores precisam adquirir papéis de uma determinada empresa, os ETFs permitem a diversificação. Ao comprar uma cota, o investidor passa a “deter todas as ações componentes do índice a ele relacionado, sem ter de comprar separadamente os papéis de cada empresa”, explica a B3.

Segundo Rogério Santana, diretor de relacionamento com clientes da bolsa brasileira, os ETFs oferecem como principais vantagens aos investidores a liquidez, uma vez que podem ser negociados em bolsa, sendo comprados e vendidos como se fossem uma ação, além da diversificação.

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“Os ETFs possibilitam que o investidor compre, com apenas uma transação, uma carteira variada de ativos”, explica o especialista. Para ele, a transparência também é um diferencial que chama atenção, já que ETFs possuem “divulgação diária da composição da carteira do índice e formação de preço em bolsa”.

O que é um ETF?

ETF é um acrônimo para Exchange Traded Funds, ou Fundos Negociados em Bolsa, na tradução. São fundos bastante conhecidos no exterior, mas que tem ganhado tração também em solo brasileiro e são negociados em bolsa de valores, como as ações – por isso são classificados como renda variável.

Existem três tipos de negociações feitas com essa nomenclatura: as de Títulos, que espelha a rentabilidade em renda fixa; de Commodities, com rentabilidade atrelada a commodities como metais preciosos (ouro, prata, cobre) e combustíveis fósseis; além do Índice, sendo esse último a categoria que se encaixa o TECK11.

Os ETFs de índice seguem, como o nome sugere, índices de bolsas de valores. Atualmente, a B3 possui 26 ETFs listados, os quais você pode conhecer no próprio site da bolsa de valores.

Imagem mostra um jovem com uma camiseta onde pode-se ler a palavra HASH11, sigla do ticker de negociação do primeiro fundo ETF de criptomoedas brasileiro
No início da semana, a B3 também iniciou a negociação do primeiro fundo ETF com foco em criptomoedas, com o ticker HASH11. Crédito: Reprodução/Hashdex

E vale ressaltar que o risco de se investir em ETF é similar ao de ações, embora seja considerado de volatilidade mais baixa, na comparação.

Nesta semana, a B3 também iniciou o primeiro fundo de criptomoedas nessa categoria. As cotas do ETF Hashdex Nasdaq Cryto Index (HASH11), listadas na bolsa pela gestora Hashdex, também têm valores interessantes para iniciantes, com cotas negociadas a partir de R$ 50.

Mas lembrando também que há um mínimo de cotas que devem ser compradas.

Via: B3 e Suno.