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Brasil ultrapassa 550 mil mortes pela Covid-19, indica boletim da imprensa

·3 minuto de leitura

Trinta e sete dias após atingir a marca de meio milhão de mortes por Covid-19, o Brasil ultrapassou, nesta segunda-feira, o patamar de 550 mil óbitos pela pandemia. Nas últimas 24 horas, o país registrou 587 fatalidades, elevando para 550.586 o total de vidas perdidas para a doença.

Embora a taxa de letalidade seja alta, em torno de 3%, segundo o último Boletim Observatório Covid-19 Fiocruz, o ritmo das mortes está diminuindo. O país demorou apenas 26 dias para passar de 450 mil a 500 mil óbitos. Agora, foram necessários 37 dias até notificar mais 50 mil mortes.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações disponibilizadas pelas secretarias estaduais de Saúde diariamente até as 20h.

Presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia do Rio de Janeiro, Tânia Vergara considera que o país precisa acelerar a vacinação para evitar que marcas trágicas de casos e mortes de Covid-19 se repitam quase todos os meses.

— Devemos vacinar o mais rápido possível, até para evitar que apareçam novas variantes capazes de escapar das vacinas que temos. Precisamos de mais de 75% da população inteiramente vacinada para alcançarmos a imunidade de rebanho — afirma a infectologista.

A professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Ethel Maciel, que tem pós-doutorado em epidemiologia pela Universidade Johns Hopkins, avalia que a transmissão da Covid-19 está descontrolada e, por isso, as mortes continuarão ocorrendo o ano inteiro.

— Desde o início nossas medidas foram muito ruins do ponto de vista da prevenção — condena. — Não fizemos nada efetivo para impedir o contágio, não há um programa de testagem, tudo está flexibilizado. A transmissão descontrolada se reflete em número de casos, agravamento e óbito. A vacinação é a única grande mudança na nossa estratégia e agora tem ganhado um pouco mais de força, mas seguimos com muitos casos por dia e ainda poucas pessoas contam com a vacinação completa.

Segundo Maciel, o país só terá algum tipo de controle sobre a pandemia quando acumular pelo menos 70% da população maior de 18 anos vacinados com as duas doses da vacina contra a Covid-19.

Para passar do cenário pandêmico para um endêmico, seria necessário alcançar parâmetros como taxa de transmissão abaixo de 0,5 (atualmente, é de 0,95, de acordo com levantamento do Imperial College de Londres) ou cerca de 2.200 novos casos por semana. Embora esses critérios ainda não tenham sido estabelecidos formalmente pelos órgãos de saúde, ainda são parte de um futuro ainda distante no país.

Foram registrados também 20.775 novos casos de Covid-19 em território nacional, elevando para 19.706.391 o total de pessoas que já se contaminaram com o vírus.

A média móvel de mortes foi de 1.101, uma redução de 13% em relação à média registrada 14 dias atrás. Já a média de casos foi de 45.362, índice 7% superior ao visto há duas semanas.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com a vista duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos e das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados, abafando o “ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Vinte e seis unidades federativas do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta segunda-feira. Em todo o país, 96.332.312 pessoas foram parcialmente imunizadas com a primeira dose de uma das vacinas, o equivalente a 45,49% da população brasileira. Já 38.026.271 pessoas estão totalmente imunizadas (com as duas doses ou com a vacina de dose única), ou seja, 17,96% da população nacional.

Nas últimas 24 horas, foram registradas a aplicação de 1.329.184 doses, sendo 852.004 vacinas de primeira dose, 442.054 de segunda dose e 35.126 de dose única.

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