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Brasil ultrapassa 40 mil óbitos por covid-19, aponta consórcio de veículos de imprensa

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Boletim das 13h indica também que, nas 12 horas anteriores, foram registrados 479 mortes O Brasil chegou nesta quinta-feira à marca de 40.276 pessoas mortas em decorrência da covid-19. Um boletim divulgado às 13h por veículos de imprensa indica também que, nas 12 horas anteriores, foram registrados 479 novos óbitos por coronavírus. Também foram notificadas 12.305 novas infecções, totalizando 787.489 desde o início da pandemia no país. O levantamento foi realizado com dados das secretarias estaduais de Saúde, coletados por um consórcio de veículos de imprensa, formado por “O Globo”, Extra, G1, “Folha de S. Paulo”, UOL e “O Estado de S. Paulo”. O país é responsável por aproximadamente 56% dos óbitos e 53% dos casos de covid-19 na América Latina. O número de casos brasileiros têm crescido mais rápido do que nos Estados Unidos. Lá, o Centro para Prevenção e Controle de Doenças reportou na quarta-feira 17.376 novos casos e 950 novos óbitos. No total, o país tem mais de 2 milhões de infectados. Paciente com covid-19 chega a hospital de campanha no Rio Gabriel de Paiva/Agência O Globo O Estado de São Paulo superou a marca de 10 mil mortos. O governador João Doria (PSDB) prorrogou a quarentena no Estado até 28 de junho, mas manteve as medidas de flexibilização do isolamento e liberou o funcionamento de shoppings centers e comércios de rua na região metropolitana da capital a partir de segunda-feira. No Rio de Janeiro, as mortes em decorrência do novo coronavírus foram retratadas nas areias da Praia de Copacabana na manhã de hoje por meio de um protesto da ONG Rio de Paz. Na ação, iniciada às 4h, foram abertas cem covas rasas na altura do Hotel Copacabana Palace para chamar a atenção sobre a postura dos governos durante a pandemia de covid-19, principalmente o federal. Quarenta voluntários participaram do protesto, que também teve instaladas bandeiras do Brasil e cruzes. Mesmo com o avanço da pandemia, as prefeituras do Rio de Janeiro e São Paulo deram aval para que os shoppings voltem a funcionar, embora com horário reduzido. No Rio, o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) antecipou a reabertura dos shoppings, que inicialmente ocorreria no dia 17, mas o uso de máscaras será obrigatório, e a temperatura de todos os funcionários e consumidores será medida na entrada.