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Brasil testa eficácia de meia dose de vacina da covid como reforço

·2 minuto de leitura

Para combater a pandemia do coronavírus SARS-CoV-2, um dos grandes desafios é vencer a questão da escassez de imunizantes. Nesse cenário, uma pesquisa do Ministério da Saúde estuda a possibilidade da dose de reforço da vacina contra a covid-19 usar uma concentração menor que as aplicações anteriores. Para ser mais preciso, apenas meia dose. Esta investigação é feita em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Para verificar a eficácia dessa nova proposta de imunização contra a covid-19, os pesquisadores precisam entender ainda se as pessoas que receberem a metade de uma dose completa no reforço ficarão igualmente imunizadas aqueles que receberam a dose extra completa. Ainda não há previsão de quando os resultados serão publicados.

Brasil e Universidade de Oxford deverão testar a eficácia de meia dose da vacina na hora do reforço contra a covid-19 (Imagem: Reprodução/FabrikaPhoto/Envato Elements)
Brasil e Universidade de Oxford deverão testar a eficácia de meia dose da vacina na hora do reforço contra a covid-19 (Imagem: Reprodução/FabrikaPhoto/Envato Elements)

Este estudo é o mesmo que foi iniciado em agosto, em que é avaliada a eficácia da vacinação heteróloga contra a covid-19, ou seja, a mistura de diferentes imunizantes contra o coronavírus. Nesse caso, os pacientes imunizados, inicialmente, com a vacina CoronaVac devem receber doses de reforço com: a própria CoronaVac; Pfizer/BioNTech; Janssen; e Covishield (AstraZeneca/Oxford). Além disso, poderão ser incluídas diferentes concentrações das fórmulas originais.

Caso os resultados do teste sejam positivos, as autoridades de saúde poderiam otimizar a aplicação de doses. Por exemplo, seria possível aplicar a dose de reforço no dobro de pessoas com a mesma quantidade de imunizante.

Vale lembrar que, no momento, apenas idosos e pacientes imunossuprimidos recebem a dose extra da vacina contra a covid-19 no Brasil. Para esta imunização, o Ministério da Saúde recomenda o uso preferencial da fórmula da Pfizer/BioNTech. Caso não haja no estoque, deve ser aplicada a fórmula da AstraZeneca/Oxford.

Fonte: Canaltech

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