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Brasil tem dia ruim nas Olimpíadas e fica sem medalha nesta sexta-feira

·4 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após uma jornada positiva na quinta-feira (29), o Brasil não conquistou medalha nas Olimpíadas de Tóquio nas disputas desta sexta (30), no Japão. Houve derrotas doloridas no futebol e no judô, além de desempenho abaixo do esperado em modalidades como natação e vela. De boas notícias do dia, vitórias no vôlei de praia e classificação de Alison Santos (atletismo) e Abner Teixeira (boxe).

No futebol feminino, sob o comando da técnica Pia Sundhage, a expectativa era de que a seleção brasileira voltasse a disputar uma medalha olímpica. O Brasil enfrentou o Canadá como favorito, mas o empate em 0 a 0 no tempo regulamentar e na prorrogação fizeram o duelo ir para as penalidades. Com erros nas cobranças de Andressa Alves e Rafaelle, a equipe brasileira perdeu por 4 a 3 e acabou eliminada nas quartas de final.

"Aqui não tem culpado. Fizemos o que estava ao nosso alcance. Fica aquele gostinho de que a gente poderia mais. Gostaria de ver mais uma vez aquela emoção de lutar por medalha com a Formiga", lamentou Marta, em entrevista ao SporTV, lembrando a companheira de seleção que disputou o torneio olímpico pela sétima vez.

Com a vitória, o Canadá manteve o papel de carrasco do Brasil. Nos Jogos do Rio-2016, a equipe já havia vencido a seleção brasileira por 2 a 1 na decisão da medalha de bronze.

No judô, havia expectativa de que Rafael Silva e Maria Suelen Altheman conseguissem subir ao pódio. Pior para a brasileira, que sofreu séria lesão no joelho na derrota para a francesa Romane Dicko. Exame realizado após a luta constatou lesão no ligamento patelar. Ela terá que passar por cirurgia quando chegar ao Brasil.

Rafael Silva, por sua vez, lutava para igualar Mayra Aguiar como judoca com mais medalhas olímpicas. Baby, como é conhecido, subiu ao dojô com os bronzes em Londres-2012 e Rio-2016 no currículo. Mas o histórico não foi o suficiente para subir ao pódio novamente.

O brasileiro perdeu para o georgiano Guram Tushishvili. Na repescagem, deu azar de cruzar com o francês Teddy Riner, bicampeão olímpico. O brasileiro perdeu por ippon com 43 segundos de luta. Foi a décima derrota de Baby em dez lutas contra Riner.

As decepções também viriam na natação. No revezamento 4 x 100 m medley, o Brasil garantiu na piscina a oitava posição e uma vaga na final. No entanto, o time formado por Guilherme Guido, Felipe Lima, Vinicius Lanza e Marcelo Chierighini errou na primeira transição e queimou a largada. Lima pulou na piscina antes que Guido tocasse o sensor eletrônico. A equipe acabou desclassificada.

Ao menos Bruno Fratus venceu sua série nos 50 m livre. Ele e disputará a semifinal às 23h11 desta sexta-feira (30). Ele fez o tempo de 21s67 e foi o quarto mais rápido entre todos os atletas das eliminatórias. O velocista foi vice-campeão mundial da prova em 2019.

Outras boas notícias do dia ficaram por conta de modalidades que ainda não disputavam medalha. No boxe, Na categoria até 91 kg, Abner Teixeira venceu o jordaniano Hussein Iashaish por pontos e avançou às semifinais. Como a modalidade concede dois bronzes, o brasileiro já garantiu lugar no pódio (resta saber a cor da medalha).

Na pista de atletismo, Alison Santos ficou em segundo lugar em sua eliminatória e garantiu vaga na semifinal dos 400 m com barreiras. O brasileiro cravou 48s42, ficando atrás apenas do qatari Abderrahman Samba. O brasileiro volta à pista no próximo domingo (1º), às 9h15, para a disputa da segunda eliminatória da semifinal.

Nas pistas, o desempenho dos demais brasileiros foi frustrante, com eliminações nos 100 m (Rosângela Santos), salto em altura ( Thiago Moura e Fernando Ferreira), 3.000 m com obstáculos (Altobeli da Silva), arremesso de peso (Geisa Arcanjo), salto triplo (Núbia Soares) e revezamento 4 x 100 m misto (Pedro Burmann, Tiffani Marinho, Tabata Vitorino e Anderson Henriques).

No vôlei de praia, Evandro/Bruno Schmidt mantiveram 100% de aproveitamento e avançaram às oitavas de final em primeiro lugar no Grupo E ao vencer Michael Bryl/Grzegorz Fijalek, da Polônia, por 2 sets a 1 (parciais de 19/21, 21/14 e 17/15).

"É importante você passar por dificuldades, botar o time à prova na primeira fase. Tenho certeza de que ter virado o tie-break foi reflexo do nosso início [de competição]", afirmou Bruno Schmidt, em entrevista ao SporTV.

As oitavas de final começam neste sábado, às 21h (de Brasília). Além de Evandro/Bruno Schmidt, o Brasil já havia classificado Alisson/Álvaro Filho para os mata-matas. O feminino finaliza a fase de grupos nesta sexta-feira (30) , a partir das 21h.

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