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Brasil sofre com apagões, perde para Rússia e fica fora de final olímpica pela primeira vez em 17 anos

·3 minuto de leitura

A Seleção Brasileira masculina de vôlei sofreu uma dura derrota para o Cômite Olímpico Russo por 3-1, na semifinal da Olimpíada de Tóquio, e está fora da disputa pelo ouro. Essa é a primeira vez que o Brasil não jogará a final das Olimpíadas em 17 anos. A última vez que esteve fora foi nos Jogos de Sidney, em 2000. Na ocasião, a seleção foi derrotada ainda nas quartas de final para a Argentina e não conquistou medalhas.

Desde então, foram quatro edições de Jogos Olímpicos, com quatro finais. Em 2004 e 2016, o ouro. Em 2008 e 2012, a prata, com derrotas para EUA e Rússia, respectivamente.

Com o resultado, a seleção brasileira aguarda o perdedor de Argentina x França, na outra semifinal, para saber quem será o adversário na disputa pelo bronze. O jogo decisivo será no próximo sábado, às 01h30.

— A gente lamenta demais não sair daqui com uma vitória. Queríamos demais disputar uma final. Mas vamos olhar para frente. Vamos dar parabéns para a equipe russa, porque foram agressivos o tempo todo. Aguentamos por um bom tempo, mas a partir da metade do jogo não conseguimos impor um ritmo forte de saque. A garotada está de parabéns. O mais importante é o Brasil estar entre os melhores, brigando. Estamos lutando por isso. Infelizmente não vamos estar na final, mas felizmente temos uma medalha para disputar. — disse o treinador Renan dal Zotto em entrevista para a TV Globo após a partida.

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O Brasil começou a partida voando. O bloqueio russo, uma das armas do time, foi neutralizado com explorações e largadinhas por cima. Já no ataque, o rendimento da equipe de Renan Dal Zotto foi ótimo. Leal, por exemplo, marcou seis pontos e terminou o set com 75% de aproveitamento. Lucão, com dois grandes bloqueios, marcou cinco. Em um primeiro set dos sonhos, a seleção abriu 1-0 com parcial de 25-18.

O set seguinte foi completamente oposto. O Brasil sofreu um apagão, enquanto a Rússia voltou do revés inicial com o ânimo renovado, abrindo vantagem desde o começo. O bloqueio brasileiro, que funcionava bem, marcou somente um ponto. As bolas ofensivas com Leal — que teve aproveitamento de 11% — e Lucarelli também pararam de cair. Juntos, os dois anotaram apenas cinco pontos. Somando esses fatores com os sete pontos de Mikhaylov e os seis de Kliuka, o Cômite Olímpico Russo fez 1-1 com parcial de 25-21.

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O início do terceiro set foi semelhante ao primeiro. O Brasil voltou bem, confiante, conseguindo virar as bolas e parar os ataques russos no bloqueio. Com quatro pontos de Lucão e três de Wallace, com sua diagonal curta, a seleção brasileira chegou a abrir 20-12 no placar. A partir daí, veio o segundo apagão. Aos poucos, o Cômite Olímpico Russo foi encurtando a diferença. Primeiro, 20-16. Depois, 23-19. E aí, a virada. Perdendo por 24-23, os brasileiros já pareciam abatidos e a vitória russa foi questão de tempo. Rússia 26-24 Brasil.

— São coisas que acontecem no esporte. Já vimos isso acontecer várias vezes, e aconteceu de novo. Eles foram felizes. São coisas que infelizmente acontecem no esporte. Mas que fiquem os aprendizados para que a gente, em momentos delicados como esse, possamos encontrar as soluções — falou Dal Zotto.

O quarto set brasileiro foi irreconhecível. Sempre muito enérgica e vibrante, a seleção demonstrou que sentiu o golpe da virada. Mesmo se mantendo próximo no placar, chegando num empate em 22-22, o Brasil não conseguiu uma sequência que recuperasse de vez a confiança. Com isso, o Cômite Olímpico Russo fechou o jogo com um 25-23 e se classificou para a final.

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