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Brasil registra desemprego recorde de 13,8% no trimestre maio-julho

·2 minutos de leitura
Homem segura sua carteira de trabalho em uma feira de emprego em 2019, no Rio de Janeiro
Homem segura sua carteira de trabalho em uma feira de emprego em 2019, no Rio de Janeiro

O índice de desemprego no Brasil subiu para 13,8% no trimestre maio-julho, um recorde desde o início da série histórica em 2012 - informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números mostram um aumento de dois pontos percentuais em comparação com o mesmo período de 2019 (11,8%), com um forte aumento desde fevereiro deste ano, quando estava em 11,6%, antes do início da pandemia de coronavírus.

No período maio-julho, 13,1 milhões de pessoas estavam em busca de trabalho, um número semelhante ao trimestre anterior (fevereiro-abril), porém 561.000 a mais (+4,5%) do que no mesmo período de 2019, disse o IBGE, que realiza suas análises trimestralmente.

O recorde anterior de desemprego, de 13,7%, datava do primeiro trimestre de 2017, quando o Brasil acabava de viver dois anos de recessão econômica.

O impacto da covid-19 não disparou apenas o desemprego, medido em quantidade de pessoas que buscam trabalho. O de pessoas "desencorajadas", que desistiram de procurar por falta de oportunidades, também chegou a um recorde de 5,8 milhões (contra 5,683 milhões em junho) e 20% do que no mesmo período de 2019.

O aumento de ambas as categorias tem a ver com o fim da quarentena em vários estados do país - julgado precipitado por muitos analistas. Com quase 143.000 mortes e 4,7 milhões de casos, o Brasil é o segundo país em número de mortos (atrás dos Estados Unidos) e o terceiro em contágios (atrás de EUA e Índia).

"Além de tirar o trabalho, a pandemia também impossibilitou sua procura, ou por conta das medidas restritivas, ou porque as atividades econômicas estavam suspensas ou, ainda, por questões de saúde pessoal", disse Adriana Beringuy, responsável pela pesquisa do IBGE.

A população ocupada caiu para 82 milhões, o menor contingente da série histórica, o que significou a destruição de 7,2 milhões de empregos em comparação ao período fevereiro-abril deste ano e de 11,6 milhões comparado ao período maio-julho de 2019.

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