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Brasil registra 698 novas mortes de Covid-19 em 24 horas e total de casos ultrapassa 6,2 milhões

Extra
·3 minuto de leitura
Foto: Pedro Teixeira

RIO - O Brasil registrou 37.672 novos casos e 698 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas; desde o início da pandemia, o país teve 6.204.570 ocorrências e 171.497 óbitos notificados, segundo boletim do consórcio de imprensa.

O consórcio de veículos de imprensa é formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações divulgadas pelas secretarias estaduais de Saúde em um boletim divulgado às 20h.

A média móvel de óbitos, também medida pelo levantamento, foi de 479. É um crescimento de 19% em relação a 14 dias atrás. A média móvel de casos ficou em 31.640, 24% acima do que há 14 dias.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número de mortes do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o "ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, negou nesta quinta-feira que o país esteja enfrentando uma "nova onda" de Covid-19. Segundo ele, algumas regiões sofrem "repiques" de casos e óbitos devido à existência de "quatro ondas" relacionadas à pandemia, e que podem ocorrer de forma simultânea. São elas: a contaminação e as mortes pelo novo coronavírus, outras doenças negligenciadas em função da Covid-19, a violência dentro dos lares e, por fim, o aumento de suicídio e automutilação.

— Não confundam ondas com novo surto, que é o que está acontecendo na Europa, com vírus mutado. Lá é um novo surto, que pode virar endemia, depois pandemia, e pode se confundir com as ondas da primeira. O troço é grave, ele vai numa linha e nós temos que estar muito atentos — disse Pazuello.

O aumento dos casos de Covid-19 impactou diretamente na procura por testes nas capitais do país, principalmente Rio e São Paulo. De acordo com dados levantados pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), junto aos laboratórios associados, houve aumento de 30% no número de exames para detecção da Covid-19 nos últimos 15 dias.

Cientistas levantaram dúvidas esta quinta-feira sobre a taxa de efetividade do imunizante contra a Covid-19, que seria de 90%, desenvolvido pela farmacêutica britânica AstraZeneca. A empresa reconheceu equívocos na dosagem da vacina recebida por alguns participantes do estudo.

A vacina é desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido. Cientistas e especialistas da indústria farmacêutica constataram uma série de omissões, como informações sobre os voluntários mais velhos, e irregularidades nos números apresentados pela AstraZeneca. Há o temor de que a falta desses dados influencie os resultados dos ensaios clínicos.

Um funcionário do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, expôs os dados de 16 milhões de brasileiros com suspeita ou confirmação de Covid-19 por cerca de um mês. As senhas de acesso a informações privadas dessas pessoas foram vazadas na internet e dados como endereço, telefone e condições de saúde ficaram públicas.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, vieram a público as informações de pacientes de 27 unidades da federação, incluindo as de autoridades como o presidente Jair Bolsonaro, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, entre outros. O Hospital Albert Einstein, que tomou o conhecimento sobre o fato na última quinta-feira, afirmou que o funcionário foi demitido.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o sedentarismo causado pela Covid-19 pode vir a causar uma nova pandemia. Até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população global fosse mais ativa. As estatísticas da organização mostram que um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes no mundo não praticam atividade física suficiente. Mulheres e meninas costumam fazer ainda menos exercícios do que os homens.