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Brasil registra 2.517 mortes por Covid-19 em 24 horas, aponta consórcio de imprensa

·3 minuto de leitura

RIO — O Brasil registrou nesta terça-feira 2.517 mortes por Covid-19, elevando o total de vidas perdidas para 439.379. A média móvel foi de 1.953 óbitos, 16% menor que o cálculo de duas semanas atrás. Nesta segunda-feira o país completou uma semana de tendência de queda na média móvel de mortes (variação menor do que -15%).

O número de mortes foi impulsionado também por uma revisão dos dados do Piauí, com mais 107 óbitos de março e abril. Nas últimas 24h, o estado afirma ter registrado 14 novas mortes.

Os dados são do consórcio formado por EXTRA, O Globo, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h.

Nas últimas 24h foram confirmados 74.379 novos casos de Covid, totalizando 15.735.485 infectados pelo Sars-CoV-2. A média móvel foi de 64.348 diagnósticos positivos, 9% a mais que o cálculo de 14 dias atrás.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Vinte e cinco unidades federativas do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta terça-feira. Em todo o país, 39.897.840 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 18,84% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 19.711.628 pessoas, ou 9,31% da população nacional.

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil teve uma ligeira queda para 0,91, de acordo com levantamento do Imperial College de Londres, atualizado nesta terça-feira. O índice estava em 0,96 no relatório divulgado na semana passada.

A taxa de transmissão atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 91. Dentro da margem de erro calculada pela universidade britânica, o Rt brasileiro pode variar de 0,88 a 1,04.

Os números trazem esperança no combate à pandemia, mas projeções feitas por cientistas nos EUA e Brasil, no entanto, acenderam o alerta de especialistas sobre a possibilidade de uma terceira onda no país, com nova alta de óbitos.

— Evitá-la vai depender muito da vacinação, que já se mostra efetiva na redução de mortes e internações. Temos que vacinar 1,5 milhão de pessoas ao dia, idealmente 2 milhões. E ter cautela na flexibilização das medidas de isolamento — explica Ethel Maciel, professora da UFES e doutora pela Univesidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Sem o avanço na vacinação, o Instituto de Métricas de Saúde e Avaliação da Universidade de Washington, nos EUA, que tem se destacado por suas projeções certeiras desde o início da pandemia, indica que o país poderá chegar à trágica marca de 751 mil mortes por Covid-19 até 27 de agosto. E isso em cenário que inclui o uso de máscaras por 95% da população no país.

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