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Brasil não assume compromisso pela defesa das mulheres na ONU; mais de 60 países aderiram a ação

·2 min de leitura
Brazil's President Jair Bolsonaro, center, smiles along with his Minister of Agriculture Tereza Cristina, left and Minister of Women Damares Alves, during the launch of the Green and Yellow program to create formal jobs for young people, at the Planalto Presidential Palace, in Brasilia, Brazil, Monday, Nov. 11, 2019. (AP Photo/Eraldo Peres)
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ao centro, sorri junto com sua ministra da Agricultura, Tereza Cristina, de esquerda e a ministra da Mulher Damares Alves, durante o lançamento do programa Verde e Amarelo para a criação de empregos formais para jovens, no Palácio do Planalto, em Brasília , Brasil, segunda-feira, 11 de novembro de 2019. (AP Photo / Eraldo Peres)

O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não aderiu a uma declaração feita, nesta segunda-feira (8), no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) pela defesa das mulheres.

O documento foi elaborado por mais de 60 países para marcar o dia internacional das mulheres e assumir compromissos com a saúde feminina.

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De acordo com o UOL, um dos pontos da declaração se referia ao acesso das mulheres a determinados direitos questionados por Damares Alves, a ministra da Família, Mulheres e Direitos Humanos.

"As mulheres e meninas têm enfrentado um retrocesso nos direitos humanos em geral e na saúde sexual e reprodutiva e direitos em particular", diz um trecho da declaração conjunta dos governos.

"Em meio à crise, os serviços de saúde sexual e reprodutiva continuam sendo essenciais e devem fazer parte dos planos nacionais que lidam com a pandemia", diz outro trecho.

O número de nações que firmaram o compromisso representa praticamente todas as principais democracias do mundo. Entre elas, estão os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Austrália, Israel ou Japão, além dos países escandinavos.

Na América Latina, aderiram à declaração conjunta os governos da Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Peru, Panamá e Uruguai.

Ultraconservadores de fora

De acordo com o UOL, ficaram de fora governos liderados por ultraconservadores, como Polônia e Hungria, além de países com um histórico de denúncias de violações de direitos humanos, como Arábia Saudita, Egito, Rússia ou China.

Ao UOL, o Itamaraty afirmou que está preparando uma resposta diante de sua ausência na declaração conjunta.

Outro aspecto levantado pelos países na declaração é sobre os "movimentos e organizações feministas" e sua luta para "permaneceram ativos e vocais, online e offline, desmantelando sistemas patriarcais e suas manifestações, tais como a violência e a discriminação baseada no gênero".

"Hoje saudamos e respeitamos todos os corajosos movimentos feministas, organizações e defensoras dos direitos humanos feministas em todo o mundo. Nós o vemos e estamos ao seu lado", disseram os governos.

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