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Brasil fica sem prova de Fórmula 1 pela primeira vez desde 1973

Formula One F1 - Brazilian Grand Prix - Autodromo Jose Carlos Pace, Interlagos, Sao Paulo, Brazil - November 17, 2019 Red Bull's Max Verstappen celebrates after winning the race REUTERS/Ricardo Moraes

Pela primeira vez desde 1973 o Brasil não terá um Grande Prêmio de Fórmula 1. O culpado é o coronavírus.

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México e EUA também não irão receber provas nesta apertada temporada da principal categoria do automobilismo mundial.

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Os três países, aliás, são alguns com os piores índices de infecção pelo novo coronavírus.

O GP de Austin, no Texas, seria realizado no dia 23 de outubro. Uma semana depois, a Fórmula 1 estaria na Cidade do México. A corrida em Interlagos, em São Paulo, estava agendada para 15 de novembro.

Nürburgring (Alemanha), Ímola (Itália) e Algarve (Portugal) entrarão no lugar deles no calendário.

O Canadá também foi cortado da temporada 2020 de Fórmula 1.

O ano de 2020 representaria a maior temporada da história da F1, com um planejamento inicial de 22 GPs ao longo do ano. Porém, o impacto da pandemia da Covid-19 tornou o mundial desse ano uma grande dúvida, principalmente sobre o número de provas que seriam disputadas.

História no Brasil

No total, o GP do Brasil foi disputado 48 vezes até aqui, sendo que 38 em Interlagos e 10 no antigo autódromo de Jacarepaguá no Rio, local que hoje abriga o Parque Olímpico da Barra.

Esse é o último ano do contrato atual da Fórmula 1 com a organização do GP do Brasil em São Paulo. A empresa responsável pela construção do novo autódromo no Rio de Janeiro entrou na disputa para levar o evento para a capital carioca a partir de 2021. Porém, a obra ainda não foi iniciada. 

No dia 29 de maio, a empresa faria uma audiência pública para apresentar o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), necessários para a realização da obra. Mas a audiência foi suspensa pela justiça do estado do Rio através de uma liminar.

Á época, o CEO da Rio Motorsports, JR Pereira, emitiu nota à imprensa na época, protestando sobre essa medida. Entre outros assuntos, ele se diz indignado sobre a decisão, diz que o autódromo vem sendo alvo de "perseguição", culpa promotores no caso da perda de eventos como a F1 e MotoGP, além de prometer continuar lutando pela viabilização do local.

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