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'Brasil está condenado a crescer', diz Guedes, um dia após queda do PIB

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 20.05.2021 - O ministro Paulo Guedes (Economia) durante entrevista à Folha em seu gabinete, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 20.05.2021 - O ministro Paulo Guedes (Economia) durante entrevista à Folha em seu gabinete, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, questionou, nesta sexta-feira (3), os indicadores econômicos que projetam crescimento fraco em 2022 e voltou minimizar a queda de 0,1% do PIB no 3º trimestre deste ano, que colocou o Brasil em recessão técnica. Ao falar em privatizações e investimentos para os próximos anos, Guedes disse que o país "está condenado a crescer".

"É inevitável. Estamos retomando o crescimento. Estamos saindo de uma fase de recuperação cíclica, baseada em transferências de renda. E estamos indo para o crescimento sustentado, baseado na formação bruta de capital fixo. Devemos atingir 20% do PIB em 2022", disse em evento da Encontro Anual da Indústria Química.

"Teremos os investimentos voltando, subindo. Além de educação e tecnologia, fatores até mais importantes. Teremos um fator de sustentação de crescimento. Não estou prevendo. Estou descredenciando os analistas que estão politizando e criando falsas narrativas em torno de fatos", disse. "Falar em crescimento é falar em investimento", disse o ministro, que ressaltou que a taxa de investimento na economia está 19,4%. "Ponto mais alto desde o 3º trimestre de 2014", afirmou.

Na avaliação de Guedes, "o Brasil está de pé" e deve crescer ainda mais. "As pessoas estão rolando a desgraça para o ano que vem. No primeiro ano [de governo], disseram que não conseguíramos fazer as reformas. Fizemos. No segundo ano, chegou a pandemia. Iriamos cair em 10% e entrar em depressão —mas caímos 4% e voltamos em V, como eu disse que voltaríamos", disse.

Segundo o ministro, a queda foi "localizada" e "um acaso" impulsionado pela crise hídrica na agricultura e na indústria. "A agricultura caiu 8%, mas setor de serviços, por exemplo, se recuperou", afirmou. A agropecuária despencou 8% no terceiro trimestre deste ano, em relação aos três meses imediatamente anteriores, e teve o seu pior tombo desde o primeiro trimestre de 2012 (-19,6%).

Em relação a igual período de 2020, o setor caiu 9% e ajudou a puxar a queda de 0,1% Produto Interno Bruto (PIB) do período, informou na quinta (2) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado do PIB foi um dos piores do mundo e as projeções mais recentes indicam que o país não deverá crescer, neste ano, acima de 5% como prevê Guedes.

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