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Brasil e Paraguai assinam acordo de livre comércio automotivo

Poliana Santos
Brasil e Paraguai assinam acordo de livre comércio automotivo

O Brasil e o Paraguai assinaram na última terça-feira (11) um acordo automotivo. A celebração do tratado foi informado, em nota, pelo Ministério das Relações Exteriores.

Segundo o Itamaraty, o comércio de produtos automotivos entre Brasil e Paraguai somou, em 2019, US$ 650 milhões (R$ 2,81 bilhões). Conforme o acordo, os brasileiros abrirão o mercado imediatamente para os produtos paraguaios.

Assim também o Paraguai abrirá o mercado, no entanto, com algumas regras. Os produtos que atualmente estão sujeitos a uma tarifa de até 2% serão comerciados livremente. Para os demais bens haverá margens de preferência tarifária crescente até 2022.

Em meados de setembro, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, havia anunciado o início das negociações do acordo automotivo bilateral.

Para Araújo, os dois países "vivem um momento de grande convergência de políticas e de visão de mundo. Estamos em um momento ideal para colocar em prática uma política estratégica para Brasil e Paraguai".

Produção de veículos no Brasil apresenta queda em janeiro

A produção de veículos no Brasil caiu 3,9% em janeiro de 2020, em comparação com o mesmo período no ano de 2019. A informação foi divulgada na semana passada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Ao todo, foram produzidos 191,4 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no primeiro mês do ano. Em relação a janeiro do ano passado, a produção de veículos foi de 199.145 unidades.

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Na comparação com o mês de dezembro de 2019, o setor registrou alta de 12,2%. No último mês do ano, foram produzidos 170.504 veículos. Apesar de sofrer com queda de 31,9% nas exportações para a Argentina, devido a crise, no acumulado anual, a produção encerrou com alta de 2%.

Na comparação com o mês de dezembro de 2019, o setor registrou alta de 12,2%. No último mês do ano, foram produzidos 170.504 veículos. Apesar do Brasil sofrer com queda de 31,9% nas exportações para a Argentina, devido a crise, no acumulado anual, a produção encerrou com alta de 2%.