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Brasil é o quinto país que mais sofre com cibercrimes

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De acordo com os especialistas, o esse tipo comum de crime tende a se aprimorar com o tempo. Foto: Getty Images.
De acordo com os especialistas, o esse tipo comum de crime tende a se aprimorar com o tempo. Foto: Getty Images.
  • 2021 alcançou o valor de US$ 6 trilhões em prejuízos globais de cibercrimes;

  • Segundo estudo, o Brasil é um dos lugares mais atacados;

  • Para especialista, um dos problemas está na infraestrutura das companhias.

Até agora, em 2021, as perdas referentes a cibercrimes geraram prejuízos globais, que podem chegar a US$ 6 trilhões. Segundo a consultoria alemã Roland Berger, o valor é equivalente a três vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

De acordo com os especialistas, esse tipo comum de crime tende a se aprimorar com o tempo, já que seu efeito faz as empresas buscarem mais proteção.

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Segundo a Roland Berger, o Brasil é um dos principais alvos no mundo. O levantamento mostra que o país passou do total de ataques de 2020 apenas no primeiro semestre de 2021, tendo 9,1 milhões de ocorrências. Nesse caso, considera-se apenas os ataque com “ransomware”, espécie de malware que limita o acesso do sistema infectado, cobrando resgate com criptomoedas.

O Brasil está em quinto lugar mundial em cibercrimes, atrás de EUA, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.

De acordo com Marcus Ayres, sócio-diretor e especialista em Inovação da Roland Berger, o tema da cibersegurança evolui no Brasil, mas o problema vai além dos dados, chegando na infraestrutura. É por esse meio que o ataque ocorre e a empresa deixa de operar, tendo prejuízos.

Daniel Aragão, especialista em cibersegurança da empresa de tecnologia NEC no Brasil, explica que uma das formas dos criminosos agirem é a técnica “phishing”, na qual se entra no sistema da empresa por meio de links falsos enviados pelo e-mail.

A Roland Berger calcula que, levando em conta os dados de 2020, o danos cibernéticos, nos maiores países europeus, chegaram em média a US$ 385 mil por empresa.

As informações são do O Dia.

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