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Brasil deve receber 3 mi de doses da Janssen doadas pelos EUA na sexta (25)

·2 minuto de leitura

Os Estados Unidos devem enviar a maior doação de vacinas diretas contra a COVID-19 para o Brasil. No total, 3 milhões de doses do imunizante da Janssen — o braço farmacêutico da Johnson & Johnson — chegarão ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), na sexta-feira (25). O avião sairá do aeroporto de Fort Lauderdale, na Flórida.

Na última terça-feira (22), o Brasil recebeu o primeiro lote com 1,5 milhão de vacinas da Janssen contra o coronavírus SARS-CoV-2, mas o lote foi comprado pelo governo. Na madrugada de hoje (24), mais um lote de 300 mil doses foi recebido pelo Ministério da Saúde, importado dos EUA. Nesses caso, no entanto, a doação é direta e não envolve o consórcio COVAX Facility, liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Brasil deve receber 3 milhões de doses da vacina da Janssen, doadas pelos Estados Unidos (Imagem: Reprodução/Erika8213/Envato)
Brasil deve receber 3 milhões de doses da vacina da Janssen, doadas pelos Estados Unidos (Imagem: Reprodução/Erika8213/Envato)

Doação de doses da Janssen

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O principal assessor dos EUA para a América Latina, Juan Gonzales, afirmou que a doação ao Brasil é parte de uma estratégia para combater a COVID-19 numa das regiões mais afetadas pela pandemia. "A doação ao Brasil reflete o foco do governo no Hemisfério Ocidental como uma das regiões mais afetadas pela pandemia. Estamos orgulhosos de poder fornecer essas vacinas seguras e eficazes para o povo do Brasil", comentou Gonzales, nas redes sociais.

Na segunda-feira (21), os Estados Unidos apresentaram um outro plano para o compartilhamento de 55 milhões de doses em todo o mundo. Desse total, 14 milhões das doses contra a COVID-19 serão destinadas à América Latina e ao Caribe, o que incluí o Brasil. Esta doação será distribuída através do COVAX Facility.

Vale lembrar que pesquisas sobre o imunizante de dose única destacam que a eficácia global — o que envolve casos moderados e leves — é de 66%. Além disso, a taxa de proteção estimada é de 85%, quando são considerados apenas os casos graves da COVID-19, ou seja, quando a internação é necessária. No Brasil, voluntários participaram dos estudos clínicos de Fase 3.

Fonte: Canaltech

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