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Brasil deve estar vacinado na metade de 2022, aponta relatório; confira as datas pelo mundo

João Conrado Kneipp
·2 minuto de leitura
A healthcare worker prepares a dose of the Oxford-AstraZeneca vaccine for COVID-19 at the "Clinica da Familia Estacio de Sa" in Rio de Janeiro, Brazil, Wednesday, Jan. 27, 2021. (AP Photo/Silvia Izquierdo)
As principais economias da América Latina, segundo a publicação, só irão alcançar uma ampla cobertura vacinal em meados de 2022. (AP Photo/Silvia Izquierdo)

O Brasil deverá ter sua população completamente imunizada contra a Covid-19 somente a partir da metade de 2022. A previsão consta no relatório divulgado pelo jornal inglês The Economist, que traz a estimativa de que o panorama da vacinação global deve se estender até o início de 2023.

O documento elaborado pela Economist Intelligence Unit, divisão de pesquisa e análise do grupo, foi publicado no último dia 27 de janeiro e mostra que, em muitos países, pode levar anos até que a maioria da população adulta receba a vacina.

As principais economias da América Latina, segundo a publicação, só irão alcançar uma ampla cobertura vacinal em meados de 2022. Além do Brasil, encontram-se no mesmo patamar países como Argentina, Peru e Chile.

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A previsão é similar para México, Canadá, Rússia e Austrália. O Japão também deve chegar à imunização majoritária em meados de 2022, assim como a Coreia do Sul e o Vietnã.

Já para Estados Unidos, Israel e União Europeia, como um todo, a estimativa é que a população esteja imunizada contra Covid-19 ainda no fim deste ano.

Confira no mapa abaixo:

O relatório traz a estimativa de que o panorama da vacinação global deve se estender até o início de 2023. (Imagem: Statista/The Economist)
O relatório traz a estimativa de que o panorama da vacinação global deve se estender até o início de 2023. (Imagem: Statista/The Economist)

O relatório, entretanto, faz um alerta para mudanças nas datas previstas devido a problemas de fornecimento e distribuição das vacinas desenvolvidas pela Pfizer e pela Universidade de Oxford com a AstraZeneca, o que poderia acarretar em alguns atrasos.

O quadro parece pior na Ásia e mais decadente ainda na África, indicando que cronograma de vacinação deve se estender até 2023.

‘DIPLOMACIA VACINAL’

Enquanto a variedade AstraZeneca, barata e fácil de armazenar, será distribuída aos países mais pobres por meio da iniciativa Covax, Rússia, Índia e China também estão disputando contratos para suas variedades de vacinas.

Enquanto a vacina chinesa da Sinopharm já foi aprovada no Egito e também deve ir para Peru, Marrocos e Hungria, outra variedade chinesa, a CoronaVac, produzida pela Sinovac, vai embarcar em volumes significativos para Indonésia, Brasil, Chile, Turquia e Filipinas.

Os maiores contratos da Rússia são com a Índia e o Vietnã, enquanto a Índia envia para o Brasil as doses da AstraZeneca.