Mercado fechará em 43 mins
  • BOVESPA

    101.905,28
    +1.352,84 (+1,35%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.635,39
    -33,86 (-0,09%)
     
  • PETROLEO CRU

    40,59
    +0,56 (+1,40%)
     
  • OURO

    1.905,70
    -23,80 (-1,23%)
     
  • BTC-USD

    13.043,40
    +1.986,39 (+17,96%)
     
  • CMC Crypto 200

    263,24
    +7,14 (+2,79%)
     
  • S&P500

    3.457,12
    +21,56 (+0,63%)
     
  • DOW JONES

    28.407,44
    +196,62 (+0,70%)
     
  • FTSE

    5.785,65
    +9,15 (+0,16%)
     
  • HANG SENG

    24.786,13
    +31,71 (+0,13%)
     
  • NIKKEI

    23.474,27
    -165,19 (-0,70%)
     
  • NASDAQ

    11.654,00
    -37,25 (-0,32%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5955
    -0,0545 (-0,82%)
     

Brasil contará com ‘várias vacinas’ contra a covid-19 em 2021, diz Ministério da Saúde

Rafael Bitencourt
·2 minutos de leitura

Secretário-executivo da pasta disse que quatro opções estão na fase três de desenvolvimento e descartou problemas com a parceria entre o Butantan e os chineses O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, informou nesta quinta-feira que há “grande possibilidade” de o Brasil contar com a oferta de “várias vacinas” contra o novo coronavírus dentro do programa nacional de imunizações de 2021. "Nós estamos aderindo a qualquer iniciativa de desenvolvimento de vacinas que nos ofereça segurança, eficácia na imunogenicidade, que fique pronto num prazo mais curto, que tenha produção em escala para imunizar a população brasileira e a preço acessível", disse Franco, em apresentação transmitida pelas redes sociais. Segundo ele, o Ministério da Saúde dá uma atenção especial às vacinas que estão na terceira fase de desenvolvimento. O secretário lembrou que, atualmente, quatro vacinas estão nesse estágio, com os testes clínicos monitorados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Franco ressaltou que uma das principais apostas é a vacina do laboratório britânico AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford. Reforçou que devem ser disponibilizadas 100 milhões de doses no primeiro semestre de 2021, de acordo com o acerto feito com a Fiocruz. Franco garantiu que a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan, em parceria com o laboratório chinês Sinovac, será incluída no Programa Nacional de Imunização (PNI) se cumprir as “premissas” adotadas pelo órgão. Entre as premissas estão a produção de dose no mais curto prazo, em escala capaz de atender uma parcela expressiva da população e a preço razoável para aquisição. Em uma carta ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) pediu que a pasta comandada por ele incorpore a opção do Butantan no PNI. Há um temor de uma politização do tema por parte dos secretários, em meio ao antagonismo entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e à rejeição da base mais radical bolsonarista à pejorativamente chamada "vacina chinesa do Doria". Durante a entrevista, Franco afirmou que não havia qualquer problema em relação à vacina do Instituto Butantan, que considera “grande parceiro”. “Nos últimos anos, já foram investidos mais de R$ 4 bilhões na aquisição de vacinas do Butantan. Portanto, é um grande parceiro e continuará sendo, desde que atenda aos requisitos", disse o secretário. Franco afirmou que todo o detalhamento divulgado pelo governo sobre a inclusão no PNI da vacina do laboratório britânico AstraZeneca, parceiro da Fiocruz, ocorre por envolver uma encomenda tecnológica. Portanto, não se trata de uma aquisição comum. "Na vacina do Butantan não temos ainda todos os detalhes em relação ao cronograma", disse. Vesna Harni/Pixabay