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Brasil aprova uso emergencial da vacina Johnson & Johnson

·2 minuto de leitura
Frasco da vacina contra a covid-19 da Johnson & Johnson

O Brasil aprovou nesta quarta-feira(31) o uso emergencial da vacina da Janssen contra a covid, de dose única, a quarta autorizada no país que vive a fase mais letal da pandemia.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade em reunião de sua diretoria que a vacina da subsidiária da gigante farmacêutica norte-americana Johnson & Johnson seja administrada em caráter emergencial, destinada a grupos prioritários até que seu uso em grande escala seja aprovado.

O governo de Jair Bolsonaro assinou há duas semanas com a farmacêutica a compra de 38 milhões de doses da Janssen, mas elas só começarão a chegar ao país em agosto.

Do ponto de vista logístico, a vacina da Johnson & Johnson é considerada a mais atraente do mercado, pois não requer uma cadeia de frio extrema e, acima de tudo, precisa de uma única dose para imunizar as pessoas.

Por enquanto, o Brasil aplica apenas a vacina chinesa CoronaVac, licenciada para uso emergencial, e a vacina sueco-britânica AstraZeneca, licenciada para uso em larga escala.

Ambas são produzidas também no país pelo Instituto Butantan (São Paulo) no caso da CoronaVac, e pela Fundação Fiocruz (Rio de Janeiro), no caso da AstraZeneca.

A Anvisa também autorizou o uso em larga escala do imunizante da Pfizer-BioNTech, mas os 100 milhões de doses adquiridos pelo governo começarão a chegar entre abril e maio, segundo o Ministério da Saúde.

A vacinação no Brasil começou no dia 18 de janeiro, mais tarde do que em outros países da região, como Argentina e Chile, e está avançando lentamente.

Até o momento, cerca de 8% da população recebeu a primeira dose e 2,3% estão totalmente imunizados com uma das duas vacinas disponíveis.

Analistas atribuem a morosidade da campanha de imunização à demora do governo Bolsonaro, que por meses minimizou a gravidade da doença, em fechar acordos com grandes laboratórios farmacêuticos.

O chanceler Ernesto Araújo renunciou ao cargo na segunda-feira, diante de uma onda de críticas que atribuíam às suas tensões ideológicas com a China, grande produtora de vacinas e insumos anticovid, a dificuldade do país em adquirir esses produtos.

jm/js/mel/jc/mvv