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Brasil abre 324 mil vagas formais em novembro, 13% menos do que há um ano

·2 min de leitura
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 29.06.2016: Pessoas observam ofertas de emprego no centro de São Paulo. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 29.06.2016: Pessoas observam ofertas de emprego no centro de São Paulo. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O país registrou a criação de 324,1 mil postos de trabalho com carteira assinada em novembro, apontam dados divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O saldo é 13% menor do que o registrado um ano atrás.

O saldo decorre da diferença entre 1,7 milhão de contratações e 1,4 milhão de desligamentos, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

A criação de vagas foi puxada pelo setor de serviços, que abriu 180,9 mil vagas após a reabertura das atividades e em meio ao avanço da vacinação.

Após serviços, o maior contratante foi o comércio (139,2 mil vagas abertas), seguido por construção (12,4 mil) e indústria (8,1 mil). A agropecuária foi a única que registrou fechamento (de 16,7 mil postos).

Os dados do Caged têm passado por mudanças significativas entre a divulgação dos números em cada mês e posteriores ajustes com informações entregues pelas empresas fora do prazo.

A diferença fez o ano de 2020, que registrava inicialmente a criação de 142,6 mil vagas, passar a figurar após revisão com um fechamento de 191,5 mil vagas.

O mercado de trabalho formal tem criado menos vagas do que o originalmente divulgado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) em cada mês também em 2021.

Levantamento da Folha mostrou que, de janeiro a outubro, o resultado atualizado do Caged aponta para menos 166 mil postos criados do que o anteriormente registrado.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, os ajustes têm sido feitos por causa da incorporação de dados entregues por empresas fora do prazo.

A atualização é tradicional no Caged e ocorria ante mesmo do governo Bolsonaro, mas foi intensificada tanto pela dificuldade das companhias de se adaptarem a uma mudança de metodologia na coleta dos números como pelas dificuldades impostas pela pandemia.

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