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Brasil é responsável por cerca de 30% das fraudes de GPS no mundo

O número de fraudes de GPS cresceu substancialmente no Brasil no segundo trimestre de 2022. Segundo dados da empresa de segurança digital Incognia, o país contabilizou no período cerca de 4 milhões de tentativas de falsificação de localização de dispositivos móveis (conhecida como “spoofing de GPS”) — o que representa 30% do total de casos registrados em todo o mundo.

De acordo com a empresa, em sua base de 100 milhões de dispositivos monitorados no Brasil, a maior parte das tentativas de spoofing de GPS em 2022 ocorreu entre março e julho. Nesses meses, a média de dispositivos usados nas tentativas de fraude de localização foi de 25 mil por mês. Vale ressaltar que um mesmo aparelho pode ser responsável por mais de uma investida.

Empresas em alerta com fraudes de GPS

Este tipo de fraude coloca as empresas em estado de alerta, já que os negócios podem se tornar alvos dos criminosos. A realização do golpe, inclusive, é relativamente simples, já que existem aplicativos de falsificação de GPS, emuladores disponíveis em lojas de aplicativos móveis e serviços de VPN por assinatura.

“Atualmente, é possível realizar o download de aplicativos que forjam a posição real do usuário enviando dados falsos para um dispositivo móvel ou computador”, diz o CEO e cofundador da Incognia, André Ferraz. “Nem sempre a falsificação de GPS é para fins maliciosos ou ilegais, mas ainda assim podem ter um impacto negativo nos esforços de prevenção à fraude."

Para que servem as fraudes de GPS?

Este tipo de fraude tem sido registrado principalmente por empresas cujos serviços são baseados em localização, como aplicativos de transporte, entrega, serviços de streaming, que disponibilizam seus catálogos com base no país em que a pessoa está. No caso de apps de carona ou delivery, a posição geográfica é a forma de garantir a confiabilidade e segurança para todos os envolvidos.

Já para serviços de streaming ou jogos, o GPS tem a função de realizar o bloqueio geográfico, a fim de limitar o conteúdo para determinadas regiões. Por exemplo, o catálogo da Netflix no Brasil é muito diferente do que ele é na Europa; e infringir esses bloqueios pode ferir legislações locais ou regionais, além de direitos autorais.

Ou seja, na maioria das vezes, servem para que pessoas possam violar termos de uso — e, vale lembrar, que, além de causar prejuízos para as companhias, o que pode encarecer os serviços, também pode prejudicar outros usuários; e até mesmo abrir brechas para a atuação de cibercriminosos, afinal, quem usa apps

Fonte: Canaltech

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