• Reuters

    Dólar fecha em queda após dados da China, a R$5,3205

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar caiu ante o real nesta sexta-feira, com a moeda brasileira entre os destaques globais após dados positivos da China fortalecerem esperanças de recuperação da demanda da segunda maior economia do mundo e maior parceira comercial do Brasil.O dólar à vista fechou em queda de 0,55%, a 5,3205 reais na venda.

  • Balanço da pandemia do coronavírus nesta sexta-feira às 16H00
    AFP

    Balanço da pandemia do coronavírus nesta sexta-feira às 16H00

    A nova pandemia de coronavírus causou pelo menos 522.246 mortes em todo o mundo desde que a China informou oficialmente o aparecimento da doença em dezembro, de acordo com um balanço realizado pela AFP nesta sexta-feira às 16H00, com base em fontes oficiais.

  • Venda antecipada de soja 2020/21 do Brasil atinge 39,8% e supera média, diz Safras
    Reuters

    Venda antecipada de soja 2020/21 do Brasil atinge 39,8% e supera média, diz Safras

    SÃO PAULO (Reuters) - As vendas antecipadas da safra de soja 2020/21 do Brasil avançaram para 39,8% do projetado, disse nesta sexta-feira a consultoria Safras & Mercado, que até o início de junho via comercialização antecipada de 35,6% da nova safra.Se a produção da próxima temporada for igual à de 2019/20, estimada em 124,61 milhões de toneladas, a empresa prevê que cerca de 49,6 milhões de toneladas da oleaginosa tenham sido vendidas.

  • Folhapress

    Em um mês, 4 milhões de afastados voltaram ao trabalho ou foram demitidos

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Desde o começo de maio até a segunda semana de junho, mais de quatro milhões de brasileiros que estavam temporariamente afastados do trabalho por causa do distanciamento social provocado pela pandemia de Covid-19 tiveram que retornar ao trabalho ou foram demitidos de seus empregos, divulgou nesta sexta-feira (3) o IBGE. Segundo o resultado semanal da Pnad Covid-19, edição extraordinária da pesquisa do IBGE criada para medir os efeitos do novo coronavírus sobre a população e o mercado de trabalho, cerca de 1,1 milhão de pessoas retornaram ao serviço ou sofreram dispensa entre a primeira e a segunda semana de junho, data de referência do levantamento. O estudo identificou 12,4 milhões de pessoas que ainda estão trabalhando afastadas devido às medidas restritivas de circulação. No início do mês anterior, eram 16,6 milhões de brasileiros nessa situação. De acordo com Maria Lucia Viera, coordenadora da pesquisa Pnad Covid-19, a queda pode significar algum retorno ao trabalho, mas também dispensa de pessoas dos seus empregos. "Nessa comparação se observa o aumento da população desocupada em dois milhões, e que agora fazem parte da população fora da força. Então pode ter ocorrido esses dois efeitos", afirmou Vieira. A população desocupada foi de 9,8 milhões na primeira semana de maio a 11,8 milhões na segunda semana de junho. No mesmo período, o número de pessoas na força de trabalho aumentou de 93,7 milhões para 95,3 milhões. Já os brasileiros ocupados recuaram de 84 milhões para 83,4 milhões, segundo os dados divulgados pelo IBGE. O IBGE ainda classificou que 83,5 milhões das 170 milhões pessoas estavam em idade para trabalhar estavam ocupadas, número estável desde a primeira semana de maio. Desses, 8,5 milhões (12,5% dos não afastados pela pandemia) trabalharam de forma remota, resultado idêntico ao do começo de maio, mas que vem oscilando ao longo das últimas semanas, chegando a 8,9 milhões na primeira semana de junho. Já os desempregados que gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego por causa da pandemia ou por falta de vagas no local onde vivem somaram 18,2 milhões de pessoas, ou 68% dos não ocupados que não buscaram por trabalho e gostariam de trabalhar. Outro resultado da Pnad Covid estimou que, na segunda semana de junho, 15,6 milhões de pessoas (7,4% da população) apresentavam pelo menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal, como febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular. De acordo com o IBGE, esse contingente ficou estável frente à semana anterior e caiu em relação ao resultado obtido entre os dias 3 a 9 de maio, quando 26,8 milhões (12,7%) relataram os sintomas. A Pnad Covid-19 também mostrou que cerca de 3,0 milhões de pessoas (19,2% dos que apresentaram algum sintoma) foram em busca de estabelecimento de saúde, marca que permaneceu estável na comparação com a semana anterior e queda frente à primeira semana de maio. Na ocasião, esse contingente ficou em 3,7 milhões de brasileiros (13,7%). O primeiro óbito conhecido pelo novo coronavírus no país ocorreu no dia 17 de março. A partir daí, o país promoveu o fechamento de bares, restaurantes e comércio como forma de combater a pandemia. Em abril, os efeitos econômicos começaram a ser sentidos com mais intensidade, já que as medidas restritivas duraram do começo ao fim do mês. O impacto continuou em maio, sofrendo efeitos no mercado de trabalho. Na última terça (30), a Pnad Contínua mostrou que a pandemia da Covid-19 destruiu 7,8 milhões de postos de trabalho no Brasil no trimestre encerrado em maio. Isso fez com que a população ocupada tivesse caído 8,3% na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro, indo para 85,9 milhões de pessoas. No mês passado, o IBGE divulgou a primeira pesquisa mensal da Pnad Covid-19, com os resultados consolidados de maio. O estudo apontou que os brasileiros mais afetados pela doença são os pretos, pardos, pobres e sem estudo. Além de relatarem incidência maior dos sintomas do novo coronavírus, pessoas desses grupos também sentiram de maneira mais forte os impactos econômicos provocados pela pandemia.

  • Ainda fracas, vendas de combustíveis no país em maio têm melhora ante abril, diz ANP
    Reuters

    Ainda fracas, vendas de combustíveis no país em maio têm melhora ante abril, diz ANP

    SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de combustíveis pelas distribuidoras do Brasil caíram 8,8% entre janeiro e maio na comparação com o ano anterior, somando 51,5 bilhões de litros, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), conforme atualização feita nesta semana.Em maio, a comercialização dos produtos totalizou 9,5 bilhões de litros, queda de 18,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a ANP.

  • Preço da gasolina cai durante a pandemia e fica 13% mais barato em 2020
    Folhapress

    Preço da gasolina cai durante a pandemia e fica 13% mais barato em 2020

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O preço da gasolina caiu 13% desde janeiro no Brasil, segundo levantamento da ValeCard, responsável por gestão de frotas e meios de pagamentos. A queda se deu, principalmente, por causa do avanço da pandemia de Covid-19 em todo o planeta. Em janeiro, quando o combustível vinha em alta, o preço havia alcançado R$ 4,762, o maior valor de 2020. Já em junho, a gasolina encerrou cinco meses de recuo e era possível abastecer o carro por R$ 4,14 o litro, acima de 60 centavos mais barato do que no início do ano. Os dados foram obtidos por registros de transações realizadas com o cartão de abastecimento da ValeCard em aproximadamente 20 mil estabelecimentos credenciados. A ValeCard costuma fazer um levantamento quinzenal, mas realizou uma comparação anual para sentir os efeitos do preço dos combustíveis Entre os meses de junho de 2019 e junho de 2020, a queda foi de 11%. Em maio, quando atingiu o menor valor, a gasolina teve um preço médio de R$ 4,01 nos postos do país, ou treze centavos por litro mais barata do que no mês seguinte. O Rio de Janeiro foi o estado que apresentou os preços médios mais altos em junho, R$ 4,601, seguido pelo Acre, a R$ 4,5. São Paulo tinha o terceiro menor valor: R$ 3,902. A maior alta percentual na comparação com maio foi no Distrito Federal, que variou 7,88%, saindo de R$ 3,735 e chegando a R$ 4,029 no valor cobrado pelo litro da gasolina. Já o único estado que registrou queda foi o Amapá, com redução de 4,81%. Entre as capitais, Belém-PA foi a cidade com maior valor médio em junho (R$ 4,684). Depois veio o Rio de Janeiro-RJ (R$ 4,588) e Rio Branco-AC (R$ 4,449). Os preços mais baratos foram vistos em Curitiba-PR (R$ 3,671), João Pessoa-PB (R$ 3,796) e Vitória-ES (R$ 3,887). Na última quarta (1), a Petrobras anunciou nova elevação nos preços da gasolina e do diesel a partir desta quinta (2), no que foi o sétimo aumento seguido no preço da gasolina, que subiu, em média, 3%. O reajuste no diesel, de 6%, é o quarto consecutivo. Com a sequência de altas, a gasolina voltou a ter preço médio nos postos acima de R$ 4 por litro na semana passada. Desde o começo de maio, quando foi iniciado o ciclo de aumentos, o preço da gasolina nas refinarias da estatal acumula alta de 53%. O preço do diesel acumula alta de 32% desde o início de maio. Os reajustes acompanham a recuperação do preço internacional do petróleo após o relaxamento das medidas de isolamento social na Europa e nos Estados Unidos. A política de preços da Petrobras prevê o acompanhamento das cotações internacionais, considerando ainda a taxa de câmbio, os custos de importação e margem de lucro. Para importadores de combustíveis, a sequência de reajustes da Petrobras ainda não é suficiente para acompanhar a recuperação das cotações internacionais, mantendo os preços no mercado interno com defasagem e impedindo a importação de produtos por empresas privadas. De acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), os aumentos já pesam no bolso do consumidor. Na semana passada, o litro da gasolina era vendido a R$ 4,022, em média, no Brasil, alta de 0,9% em relação à semana anterior. Em quatro semanas, a alta acumulada é de 3,2%.

  • Apoiadores de Bolsonaro elogiam sua gestão da pandemia
    AFP

    Apoiadores de Bolsonaro elogiam sua gestão da pandemia

    A curva da pandemia continua em pleno crescimento no país, mas o índice de popularidade do presidente Jair Bolsonaro continua estável: para o seu núcleo duro, o mandatário tem gerenciado bem a pandemia.

  • Reuters

    Itaú piora estimativa para déficits primários e alerta que deterioração adicional impõe risco a juro baixo

    Em relatório de revisão de cenário macro divulgado nesta sexta-feira, o Itaú alertou que, em caso de piora fiscal adicional, a retomada da economia ficaria ainda mais prejudicada, e a manutenção da taxa de juros próxima às mínimas históricas poderia ser inviabilizada.O banco privado passou a ver déficit primário em 2020 de 11,0% do PIB (ou 800 bilhões de reais), ante projeção anterior de 10,2% (740 bilhões de reais).

  • Folhapress

    Decisões podem represar R$ 1 bi ao mês em pagamentos de ações trabalhistas

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Decisões do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), têm o potencial para represar, por mês, o pagamento de até R$ 1 bilhão em causas ganhas por trabalhadores. As liminares tratam de correção monetária. As medidas foram dadas em meio à pandemia do novo coronavírus. Mesmo com a alegação do ministro de que a segunda decisão esclarece o impasse, permanece no meio jurídico a polêmica sobre o tema. No sábado (27), o ministro mandou suspender todos os processos relacionados a índices de correção. A medida, desde então, deu um nó na Justiça do Trabalho. Em despacho de quarta-feira (1º), Gilmar afirmou que as ações prosseguem, mas somente as que usam a TR, hoje zerada. O ministro vetou a aplicação do IPCA-E -o índice é mais vantajoso para o empregado e que equivale à taxa trimestral do IPCA-15, que tem a mesma metodologia do IPCA, mas com período de coleta de preços diferente. Como negou o pedido para reformar a decisão, conforme solicitado pela PGR (Procuradoria-Geral da República), a confusão prossegue. Segundo ele, a liminar anterior continua válida em sua totalidade. Na prática, quase todas as ações exigem correção. Ela incide sobre indenizações de horas extras, férias, depósitos no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou 13º. O empregado tem direito ainda a 1% de juro por mês. Em 12 meses, os juros chegam a 12% mais TR, que hoje é zero, ou IPCA-E, acumulado em 1,92% até junho. A TR, como determina a reforma trabalhista, tem sido ignorada. Dados do TST (Tribunal Superior do Trabalho) levantados pela Folha de S.Paulo mostram que existem hoje 970 mil ações à espera de sentença na primeira instância. Somam-se a esse número 2,5 milhões de processos já em fase de execução -quando o trabalhador recebe o que lhe é de direito. A quantidade tem se mantido estável desde janeiro de 2018. De janeiro daquele ano a maio de 2020, foram pagos, por meio de execuções, R$ 29,1 bilhões --a média mensal de R$ 1 bilhão. Nesse imbróglio, Gilmar tentou fazer esclarecimentos, que mais confundiram a questão, dizem juízes. Segundo ele, "deve ficar claro" que a decisão de sábado "não impede o regular andamento de processos judiciais". A Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) se agilizou para entender o que o ministro do Supremo escreveu. De acordo com a presidente da entidade, Noemia Porto, a decisão é contraditória. Noemia Porto, da Anamarta, disse que há um desafio: "Como os juízes vão dar andamento a processos se, em liminar monocrática em ação declaratória, o ministro suspende os processos e, respondendo ao recurso da PGR, conclui que mantém a própria decisão? Inviável isso". A entidade também entrou com recurso no STF para tentar reverter a decisão de Gilmar. O pedido da Anamatra ainda não foi respondido. Para Antonio Carlos Frugis, sócio do Soto Frugis Advogados, a nova liminar do ministro destrava a Justiça. "Ficou claro que ele havia mandado suspender tudo, depois reformou [a decisão], mas disse que não reformou. Talvez o ego não quis admitir", afirmou. Para o professor de direito do trabalho da USP Guilherme Feliciano, o esclarecimento "não resolve a questão principal, que é a da inconstitucionalidade da TR". "O ideal é que o plenário se manifeste o quanto antes." A liminar de sábado conseguiu unir órgãos dos mais variados setores. Centrais sindicais, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), PGR e entidades de juízes e procuradores pressionam o STF. Seis centrais divulgaram uma nota. Os presidentes de CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB e NCST afirmaram que a liminar "é inaceitável". A CUT entrou no Supremo com pedido de amicus curiae --amigos da corte-- para participar do julgamento da ação da Consif (Confederação Nacional do Sistema Financeiro). Nela, Gilmar concedeu a medida cautelar. O processo foi ajuizado em 2018. Gilmar viu agora urgência no pedido. O mérito do caso terá de ser analisado pelo plenário do STF, e ainda não há data para julgamento. As atividades voltarão em agosto. A Consif pediu que a TR seja declarada constitucional. A entidade afirmou que o IPCA-E somado ao juro leva ao "enriquecimento sem causa" do trabalhador. Na segunda-feira (29), em outra ação, o TST, composto de 27 ministros, ia declarar a TR inconstitucional. Com maioria formada, faltavam ser colhidos 3 votos. O julgamento foi suspenso. Os ministros da corte trabalhista argumentam que o Supremo já declarou inconstitucional a TR para corrigir precatórios --dívidas públicas reconhecidas em decisão judicial. A lógica, então, se estenderia a créditos trabalhistas. No pedido da Consif, Gilmar acatou então como argumentos os efeitos do novo coronavírus na economia e o julgamento do TST. "As consequências da pandemia se assemelham a um quadro de guerra e devem ser enfrentadas com desprendimento, altivez e coragem, sob pena de desaguarmos em quadro de convulsão social", escreveu o ministro. Na terça-feira (30), o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, teve uma audiência com o presidente do STF, Dias Toffoli, para tratar do assunto. A entidade estimava que até 89% dos processos em fase de execução seriam afetados. A OAB apresentou recurso à corte. "O cenário resultante da concessão da tutela incidental [liminar] ameaça produzir uma virtual interdição do ramo trabalhista do Poder Judiciário", escreveram no pedido Santa Cruz e mais seis advogados. Já o procurador-geral da República, Augusto Aras, no recurso rejeitado, rechaçou os argumentos de Gilmar. De acordo com ele, o ministro "não apresentou fundamentação apta a justificar de forma específica e suficiente os motivos pelos quais a epidemia da Covid-19, o julgamento de arguição de inconstitucionalidade pelo TST e a garantia do princípio da segurança jurídica impõem, conjuntamente e com urgência, a suspensão de todos os processos judiciais". O procurador-geral pediu que Gilmar volte atrás. Caso a demanda não fosse atendida, com não foi, Aras pediu a limitação da abrangência da cautelar, o que Gilmar fez. O pleito da Consif ganhou o apoio da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e da CNT (Confederação Nacional do Transporte). A Consif, no pedido da cautelar, disse ser "razoável e proporcional" o uso da TR. A entidade afirmou que, no contexto de pandemia, o IPCA-E mais juro gerará "endividamento, também sem causa, ao devedor trabalhista".

  • Ibovespa opera sem direção definida com bolsas dos EUA fechadas por feriado
    Reuters

    Ibovespa opera sem direção definida com bolsas dos EUA fechadas por feriado

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa operava em leve alta, mas ainda perto da estabilidade no final da manhã desta sexta-feira, em sessão de ritmo reduzido diante de bolsas em Wall Street fechadas por feriado nos Estados Unidos.Às 11:59, o Ibovespa subia 0,14%, a 96.

  • Reuters

    Dados recentes apontam melhora da atividade, mas horizonte é incerto, diz diretora do BC

    BRASÍLIA (Reuters) - Indicadores de maio e junho apontam uma melhora da atividade e da confiança no país, mas o horizonte ainda é de extrema incerteza, disse nesta sexta-feira a diretora de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, Fernanda Nechio.Em webinar da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil, Nechio afirmou que o primeiro choque de saúde não se exauriu ainda, o que pode gerar reversões em processos de abertura da economia.

  • Não há contradição em eventual ajuste para Selic ser residual em meio à inflação baixa, diz Kanczuk
    Reuters

    Não há contradição em eventual ajuste para Selic ser residual em meio à inflação baixa, diz Kanczuk

    BRASÍLIA (Reuters) - Não há contradição entre o Banco Central mostrar que eventual ajuste na Selic é residual e apontar, ao mesmo tempo, que a inflação esperada para 2021 está abaixo do centro da meta, defendeu nesta sexta-feira o diretor de Política Econômica da autarquia, Fabio Kanczuk. Segundo o diretor, o BC procurou sinalizar que, para além do cenário básico em que o IPCA de 2021 está em 3,2%, há outro cenário com o qual está preocupado, em que o PIB cai menos e há inflação "sensivelmente acima" desse patamar.

  • América Latina e Caribe superam a Europa em número de casos de coronavírus
    AFP

    América Latina e Caribe superam a Europa em número de casos de coronavírus

    Pela primeira vez desde o início da pandemia do novo coronavírus, América Latina e Caribe superaram nesta sexta-feira (3) a Europa em número de casos, com mais de 2,7 milhões de contágios declarados, enquanto o vírus prossegue a propagação nos Estados Unidos.

  • Contração de serviços no Brasil perde força em junho mas corte de empregos é recorde, mostra PMI
    Reuters

    Contração de serviços no Brasil perde força em junho mas corte de empregos é recorde, mostra PMI

    O PMI de serviços do país compilado pelo IHS Markit avançou em junho para a máxima de quatro meses de 35,9, contra 27,6 em maio, mas ainda longe da marca de 50 --que separa crescimento de contração.Os dados mostram que os volumes de novos trabalhos foram reduzidos pelo quarto mês seguido e a uma taxa ainda considerável, embora menor, segundo o IHS Markit.

  • Reuters

    ENFOQUE-Brasil ainda patina para atrair capital, mas câmbio pode ajudar

    Isso não significa, contudo, que não haja algum otimismo. Alguns analistas chamam atenção para a melhora, ainda que tímida, do fluxo cambial, para a percepção de um real com excesso de desvalorização e para a conta corrente equilibrada.

  • Entregadores de apps programam nova paralisação para 12 de julho
    Folhapress

    Entregadores de apps programam nova paralisação para 12 de julho

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Entregadores de aplicativo organizados em diversos grupos de WhatsApp programam uma nova paralisação para o dia 12 de julho. Nesta sexta-feira (3), eles realizaram uma enquete para o novo 'Breque dos Apps', como foi chamado o primeiro movimento que reuniu milhares de trabalhadores na quarta-feira (1º) em São Paulo e em outras capitais do Brasil. Vinte e seis mil entregadores responderam à enquete para decidir a nova data. O pleito da categoria é tabela mínima de frete unificada a todos os aplicativos (cada um tem uma forma de cobrança), auxílio constante durante a pandemia de Covid-19 -com reposição de máscaras e álcool em gel, maior taxa por quilômetro rodado, fim dos bloqueios considerados injustificados por plataformas e fim do esquema de pontuação, que diminui a nota de quem recusa entregas, por exemplo. Além disso, motoristas também têm demonstrado insatisfação com a longa espera em restaurantes, o que os impede de fazer novas corridas. A pandemia de coronavírus no Brasil alterou de forma significativa a dinâmica de trabalho dos entregadores. Apesar do aumento da demanda impulsionada pela classe média confinadada em casa, a mão de obra aos aplicativos de entrega cresceu. O iFood, por exemplo, diz ter recebido mais de 175 mil pedidos de cadastro em março deste ano --um aumento expressivo ante os 85 mil de fevereiro. Nem todos são aceitos. Atualmente, 170 mil entregadores estão com cadastro ativo. As empresas distribuíram as entregas e não alteraram as taxas, o que deixou quem estava dependente desse serviço antes da pandemia com a remuneração mais baixa: 59% passaram a ganhar menos em relação ao período pré-coronavírus, mostra estudo da Remir (Rede de Estudos e Monitoramento da Reforma Trabalhista), feito por universidades federais e pelo MPT (Ministério Público do Trabalho). Como a questão do vínculo empregatício não está pacificada, as empresas não têm determinação legal de aumentar as taxas, por exemplo. Ações do MPT (Ministério Público do Trabalho), no entanto, tentaram obrigá-las a cumprirem medidas mínimas de higiene e limpeza, como fornecimento de equipamentos de proteção. Elas recorreram ao TRT e conseguiram suspender a obrigação, mas todas dizem fornecer álcool em gel, por exemplo. Motoristas, no entanto, reclamam da frequência dessa distribuição feita por alguns apps. A reivindicação por regime CLT aos trabalhadores é pleito de um grupo mais ligado ao movimento sindical. O MPT é autor de diversas ações em que pede a declaração de vínculo de emprego entre apps como iFood, Rappi, Uber, Cabify, Loggi e os trabalhadores que utilizam as plataformas para prestar serviços de entrega e transporte. "Casos as empresas de aplicativos não manifestem interesse sobre sentar no TRT para conversar sobre as pautas dos trabalhadores, vamos parar novamente", afirmou Gilberto Almeida dos Santos, o Gil, diretor do Sindimoto, central que mobilizou apenas parte do protesto de quarta. Em documento entregue ao Tribunal Regional do Trabalho, o sindicado afirmou que a paralisação do dia 1º foi feita como um "grito de socorro" para sensibilizar a sociedade. O sindicato tem pauta semelhante ao chamado 'grupo geral' (que inclui autônomos e informais), mas acrescenta contratação do seguro de vida, seguro para acidentes, roubo e furto das motos e licença remunerada a infectados pela Covid-19. Além do aumento das taxas de entrega em apps como iFood, Uber Eats e Rappi, os sindicalizados defendem a aprovação do PL 578, de 2019, que regulamenta uma lei federal e exige que empresas paguem 30% de adicional de periculosidade aos motoboys. Na quarta-feira (1º), milhares de entregadores se reuníram em uma manifestação que travou ruas da capital paulista e durou mais de sete horas. Protestos ocorreram na Paulista, no Sindimoto e na ponte estaiada Octávio Frias de Oliveira. A paralisação também foi registrada nas capitais Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife. Em São Paulo, os trabalhadores receberam apoio de grupos da sociedade civil, como profissionais da saúde, movimentos estudantis e representantes de torcidas organizadas de futebol, que defenderam o fim da "uberização" do trabalho.

  • Quem vendeu imóvel para comprar outro e foi pego pela pandemia perde isenção de imposto
    Folhapress

    Quem vendeu imóvel para comprar outro e foi pego pela pandemia perde isenção de imposto

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A pandemia do coronavírus demoliu o projeto imobiliário da professora Juliana Felipe, 45 anos. Em dezembro de 2019, Juliana vendeu seu apartamento em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, com a intenção de comprar um outro, maior, no bairro da Barra. Escolhida a morada de seus sonhos, ela fez uma proposta à proprietária e negociou a compra com ela. Esbarrou em um problema típico da pandemia: a proprietária é uma idosa que mora no interior da Itália -um dos países mais afetados pela Covid-19. O filho da proprietária não pode viajar ao Brasil para concluir a venda. Nesse imbróglio, Juliana perdeu o prazo de seis meses fixado por lei para que vendedor de imóvel fique isento de pagamento de imposto sobre a diferença entre o valor que pagou ao comprá-lo e o recebido na venda. Pela lei, o contribuinte que vende um imóvel tem seis meses para comprar outro sem ter que pagar pelo chamado ganho de capital. O imposto aplicado é de 15% sobre a diferença de preço. Essa isenção serve para incentivar a construção civil e impedir que o vendedor de imóvel opte, por exemplo, por especular no mercado financeiro. Juliana ainda pretende comprar outro apartamento com o produto da venda de seu imóvel antigo. Mas terá que pagar imposto sobre a venda do antigo após o fim do prazo de declaração do IR, na última terça-feira (30). Vice-presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Mato Grosso e dono de uma imobiliária, Claudecir Contreira testemunha várias situações como essa. Em um dos caso, o cliente vendeu o apartamento em dezembro. Ao encontrar o imóvel de seu interesse, no centro de Cuiabá, esse comerciante que prefere não se identificar tentou levar a mulher até o prédio para uma segunda visita antes de tomar a decisão final. Por causa da pandemia, o condomínio impediu a entrada do casal no edifício. Com a cidade em quarentena, ele tampouco pode visitar outros apartamentos. Mesmo com a disposição de comprar outro imóvel, terá que pagar R$ 71 mil imposto sobre o ganho de capital. Contreira explica que as limitações à mobilidade durante a pandemia têm afetado o mercado imobiliário também pelas filas em cartórios e a dificuldade de acesso às agências da Caixa Econômica Federal, hoje lotadas de beneficiários quem tentam sacar o auxílio emergencial de R$ 600. "Uma agência da Caixa [da região] teve de ser fechada porque todos os funcionários pegaram Covid-19. As dificuldades são imensas", afirma o corretor. Presidente do Creci do Ceará, Tibério Benevides relata o caso de um cliente que, em fevereiro, vendeu um apartamento a R$ 780 mil, R$ 300 mil a mais do que pagou pelo imóvel. A pessoa escolheu o apartamento que pretendia comprar, no bairro de Luciano Cavalcante, em Fortaleza. Mas, no meio da negociação, o proprietário, que é idoso, desistiu da venda. Agora, seu cliente terá que comprar um apartamento até agosto. Do contrário, terá de pagar R$ 45 mil em imposto. Supervisor Nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir explica que o contribuinte terá que pagar imposto sobre o ganho de capital caso não tenha conseguido comprar outro imóvel seis meses depois da venda de um. "Infelizmente, terá que pagar. É a lei", afirma. Esse prazo, diferentemente da declaração anual de ajuste do IR, não foi prorrogado por causa da pandemia. O deputado federal João Medeiros (Podemos-MT) é o autor do projeto para que a contagem do prazo de 180 dias seja suspensa a partir do dia 19 de setembro do ano passado, seis meses antes de a OMS decretar que o novo coronavírus havia se tornado uma pandemia. Essa isenção, pelo projeto, vigora até o fim do estado de calamidade. Segundo a justificativa do projeto, "aqueles que conseguiram vender seus imóveis antes ou durante a pandemia terão muitas dificuldades em realizar nova aquisição dentro do prazo de 180 dias". "Estou tentando sensibilizar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para colocar o projeto na pauta. A construção civil gera muito emprego e hoje há muita insegurança". Rodrigo Maia não comentou a proposta. Enquanto isso, o advogado tributarista Tiago de Lima recomenda ao contribuinte que entre com um mandado de segurança para impedir a cobrança do imposto até aprovação de uma lei que suspenda esse prazo. "Suponho que o caminho seja o mandado de segurança para resguardar o contribuinte, para que o prazo de 180 fique suspenso em função da calamidade pública", explica.

  • Dólar tem volatilidade ante real com temores sobre vírus; moeda caminha para perda semanal
    Reuters

    Dólar tem volatilidade ante real com temores sobre vírus; moeda caminha para perda semanal

    Às 10:44, o dólar avançava 0,02%, a 5,3508 reais na venda. A moeda tocou 5,3814 reais na máxima do pregão, antes de perder força e cair para 5,3291 na mínima.

  • Pandemia piora na América e põe à prova flexibilização do isolamento
    AFP

    Pandemia piora na América e põe à prova flexibilização do isolamento

    A pandemia de coronavírus está avançando nas Américas e está testando a flexibilização das medidas de controle em vigor em vários países para aliviar suas economias, incluindo o Peru, que nesta quinta-feira (2) superou a marca das 10.000 mortes por COVID-19.

  • Reuters

    Cafeicultores do Brasil veem boa qualidade da safra à medida que colheita avança

    SÃO PAULO (Reuters) - Produtores de café do Brasil, maior produtor e exportador global da commodity, sinalizaram na noite de quinta-feira que a safra nacional será volumosa e terá boa qualidade, com as condições climáticas favorecendo os trabalhos de colheita até o momento. Mesmo as áreas que terão uma produção abaixo do potencial em volume, como o Cerrado Mineiro, deverão ter uma safra de alta qualidade.

  • Mercosul aposta na cooperação para combater a pandemia
    AFP

    Mercosul aposta na cooperação para combater a pandemia

    Os presidentes do Mercosul, reunidos nesta quinta-feira (2) na primeira cúpula virtual do bloco, apostaram no trabalho conjunto para enfrentar a pandemia de COVID-19 que causa estragos na América Latina, e expressaram a vontade de efetivar o acordo comercial com a União Europeia.

  • Folhapress

    Embraer propõe PDV a funcionários em licença remunerada

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Embraer anunciou nesta quinta-feira (2) que propôs a sindicatos um PDV (Plano de Demissão Voluntária) voltado a funcionários da empresa que estão em férias coletivas e que iniciariam um período de licença remunerada. A empresa afirma que a maioria dos seus 16 mil funcionários está trabalhando, e não seria elegível plano. No entanto, não diz quantos funcionários podem aderir à proposta. O PDV destina-se a trabalhadores das áreas de produção e engenharia e ainda está em discussão com sindicatos das categorias. A empresa perdeu receita em meio à pandemia do novo coronavírus, que atingiu com força o setor aéreo no mundo todo. A proposta do PDV ocorre após a derrocada do acordo para a venda da área de aviação comercial da Embraer para a Boeing. A proposta em negociação prevê que a demissão dos funcionários seja feita em 20 de julho. A Embraer oferece estender o plano de saúde aos funcionários que aderirem e a seus dependentes por seis meses, além do pagamento de auxílio-alimentação de R$ 450, também por seis meses. O documento apresentado pela Embraer ainda prevê o pagamento de uma indenização equivalente a 10% do salário do trabalhador por ano de empresa. O piso dessa compensação seria de um mês de salário para quem recebe até R$ 9 mil atualmente. Acima desse patamar de salários, o valor mínimo a ser pago seria de R$ 9 mil. Quem aderisse ao plano também receberia a indenização já prevista na MP 936 e em acordo coletivo para demissões sem justa causa. O documento foi assinado pela Embraer em abril e permitiu a suspensão de contratos de trabalho de parte dos funcionários por 60 dias e a redução de salários em 25% por 90 dias a quem permaneceu no trabalho. O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos criticou a falta de transparência da empresa e o valor das indenizações previstas pelo PDV. A cidade concentra cerca de 13 mil dos 16 mil, funcionários da Embraer no Brasil. "O sindicato foi pego de surpresa. Hoje a Embraer veio com a proposta do PDV, mas não dá para chamar isso de PDV. A empresa oferece uma indenização irrisória perto de planos anteriores, e não diz quantos quer demitir", afirmou Herbert Claros, diretor do sindicato, em vídeoconferência. "Apesar da crise, a Embraer tem em caixa hoje dinheiro suficiente para ficar dois anos parada. Queremos que a indústria produza, mas a empresa não precisa atacar o emprego do trabalhador para fazer economia para acionista", disse em videoconferência da entidade. Segundo Claros, o sindicato vai apresentar uma contraproposta à companhia nesta sexta-feira (3).

  • INSS cria drive-thru para receber documentos na pandemia de Covid-19
    Folhapress

    INSS cria drive-thru para receber documentos na pandemia de Covid-19

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Agências do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em São Paulo começaram a receber cópias de documentos de segurados que precisam cumprir exigências para que seus pedidos de benefícios tenham as análises concluídas. O serviço é inspirado no sistema conhecido como drive-thru, bastante utilizado para a venda de alimentos sem que o consumidor precise sair do carro e que passou a ser adotado por outros segmentos durante a pandemia do novo coronavírus. No caso do INSS, o cidadão encontrará urnas nas portas das agências, onde poderá deixar um envelope lacrado com as cópias dos documentos solicitados pelo órgão. A "exigência expressa", como a medida é chamada pelo INSS, teve início de forma experimental nesta semana em alguns postos e será oficialmente estendida a todo o estado de São Paulo a partir desta sexta-feira (3). Com seus postos de atendimento fechados devido à quarentena para desacelerar o avanço da Covid-19 e a consequente suspensão dos prazos para a entrega de documentos, o INSS paulista tem no cumprimento de exigência o seu maior gargalo para a conclusão das análises de benefícios. Da fila de 329,6 mil processos que aguardam algum tipo de providência do órgão ou do segurado para serem encerrados, 170 mil dependem da entrega de documentos (cumprimento de exigência). Desde o início da pandemia, o INSS tem divulgado que a maior parte dos seus serviços está disponível pelo aplicativo Meu INSS ou no site gov.br/meuinss, o que inclui o envio de documentos digitalizados. Mas parte expressiva do público que requer benefícios previdenciários tem dificuldade para utilizar a internet, segundo o superintendente do INSS em São Paulo, José Carlos Oliveira. "Precisávamos dar uma opção para o segurado que tem dificuldade de anexar documentos pelo Meu INSS e, por isso, surgiu essa ideia da exigência expressa", diz Oliveira. O drive-thru do INSS em São Paulo funcionará como um projeto-piloto e poderá ser estendido a todo o país, de acordo com o superintendente. "O presidente [do INSS, Leonardo Rolim] havia solicitado propostas para resolver a questão do cumprimento de exigência e ficou entusiasmado com essa ideia", comenta Oliveira. "Dependendo do resultado aqui em São Paulo, o serviço será ampliado e aperfeiçoado, até mesmo para depois da pandemia." PRAZOS O prazo para o cumprimento de exigências continua suspenso e isso não mudará caso o segurado decida entregar sua documentação por meio das urnas instaladas nas agências da Previdência. A suspensão está mantida a até, pelo menos, a reabertura das unidades de atendimento, que devem voltar a funcionar ainda de forma parcial em 13 de julho. Ao antecipar a entrega de documentos, porém, o cidadão aumenta a possibilidade de acelerar a liberação do benefício solicitado. Cumprimento de exigência é o nome dado pelo INSS à situação em que, durante a análise de um pedido de benefício, é verificada a necessidade de apresentação de documentação adicional para conclusão do processo. Para saber quais documentos devem ser apresentados, o interessado deve consultar o telefone 135, o Meu INSS ou entrar em contato com os plantões cujos telefones e endereços de e-mails constam nas portas das agências. Se optar pela exigência expressa, as cópias legíveis e sem rasura da documentação exigida devem ser colocadas em envelope que, lacrado, precisa ser depositado em uma das urnas disponíveis nas unidades do INSS em São Paulo. O INSS não emitirá protocolo. Dentro do envelope, além da cópia da documentação solicitada na exigência, deverá haver a cópia de um documento de identidade com foto (RG ou Carteira Nacional de Habilitação) do segurado. O cidadão também precisa colocar no envelope uma declaração, de próprio punho e assinada, responsabilizando-se pela autenticidade e veracidade das informações prestadas.

  • Reuters

    Plantio de trigo no RS avança a 87% da área; ciclone afeta algumas regiões

    SÃO PAULO (Reuters) - O plantio de trigo do Rio Grande do Sul atingiu 87% da área projetada para a safra, avanço de 13 pontos percentuais em relação à semana anterior, depois de um período de frio e chuva na maior parte do Estado, disse a Emater/RS nesta quinta-feira.A recente passagem de um ciclone extratropical pelo Sul do Brasil limitou trabalhos em algumas regiões do Estado, como a de Pelotas, embora a visão geral da Emater aponte para condições climáticas favoráveis à safra.

  • Petrobras prolonga teletrabalho de milhares de funcionários até dezembro
    AFP

    Petrobras prolonga teletrabalho de milhares de funcionários até dezembro

    A Petrobras prorrogou o teletrabalho, adotado em março devido à epidemia de coronavírus, até o final do ano e examina sua implementação permanente três dias por semana, informou a companhia petrolífera.