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Brasília em Off: O possível ministério de Lula

(Bloomberg) -- Aliados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmam que dois nomes cresceram na reta final da corrida eleitoral para comandar o Ministério da Economia num eventual governo petista: o do ex-presidente do BC Henrique Meirelles e o do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha.

Escolher Meirelles seria uma forma de acenar ao centro e dar maior tranquilidade ao mercado financeiro. Já Padilha seria uma escolha mais à esquerda, que não agrada tanto aos investidores, mas que daria a Lula maior conforto nas negociações com o Congresso para aprovar temas espinhosos com uma nova regra fiscal e uma reforma tributária.

O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, teria menores chances de ser escolhido para chefiar a equipe econômica caso perca a disputa estadual. Isso porque, além de enfrentar mais resistência do mercado, Haddad não receberia um ministério tão valioso depois de ser derrotado num estado tão importante para o PT.

Gesto ao centro

Lula já declarou que não anunciará o nome de seu ministro da Economia antes do segundo turno das eleições, mas tem deixado cada vez mais claro seu movimento em direção ao centro, dando palco para Meirelles e o também ex-presidente do BC Pérsio Arida na reta final da campanha.

Aliados de Lula destacaram que, em evento na última segunda-feira, o palco foi ocupado por Meirelles e Arida, enquanto economistas mais alinhados com a esquerda como Luiz Gonzaga Belluzzo e Eduardo Moreira estavam na plateia.

Mais esplanada

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, teria chances de passar a comandar a Casa Civil caso Lula vença no domingo. Nesse mesmo cenário, o atual coordenador do programa de governo do ex-presidente, Aloizio Mercadante, poderia ser também o coordenador da transição.

Lua de Mel

A campanha de Lula está em lua de mel com Simone Tebet desde que a senadora e ex-candidata do MDB à Presidência declarou apoio ao petista. Aliados do ex-presidente afirmam que o bom relacionamento com Lula pode render a Simone o espaço de atuação que ela quiser.

Uma das apostas é que a senadora se sentiria bastante à vontade no comando da pasta da Educação, área em que tem propostas para aumentar a oferta de vagas em creches e pré-escolas e o acesso ao ensino público superior.

Sem eco

Uma eventual tentativa da campanha de Bolsonaro de criar tumulto alegando fraude no processo eleitoral caso o presidente perca a disputa no domingo não encontraria eco no Legislativo. O presidente da Câmara, Arthur Lira, por exemplo, hoje aliado de Bolsonaro, já diz internamente que respeitará o resultado das urnas.

O cacique do centrão foi um dos que trabalharam para acalmar Bolsonaro na noite de quarta-feira, quando sua campanha convocou uma entrevista coletiva para apontar supostas falhas nas inserções de rádio no Norte e no Nordeste que teriam desequilibrado a disputa e favorecido Lula.

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