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Brasília em Off: O medo da equipe de Lula sobre um segundo turno

(Bloomberg) -- Integrantes da campanha do PT têm demonstrado preocupação com o salto alto de aliados do ex-presidente Lula, que apostam na definição da eleição ainda em primeiro turno.

O temor é que, com tanta confiança numa vitória logo no primeiro round, caso a disputa siga para o segundo, poderia haver uma perda de ânimo e uma desmobilização do eleitorado, o que acabaria fortalecendo o presidente Jair Bolsonaro.

Tumultuar

Aliados de Bolsonaro no centrão avaliam que o presidente ganhará algum terreno na corrida eleitoral por conta da economia. Contam com um arrefecimento da inflação, com a queda dos preços da gasolina e com algum aumento de popularidade, ainda que limitado, decorrente de medidas como a elevação do Auxílio Brasil e o pagamento de voucher para os caminhoneiros.

O problema hoje, avaliam os aliados, é o próprio presidente, que insiste em questionar as urnas eletrônicas em vez de focar na economia. O comentário de alguns caciques próximos de Bolsonaro é que ele parece não querer realmente ganhar a eleição e sim apenas tumultuar o processo eleitoral.

Atrás nas pesquisas, Bolsonaro ignora assessores de campanha

Conta barata

Separar R$ 16 bilhões do Orçamento de 2022 para emendas de relator foi uma conta barata que o governo teve que pagar para o presidente da Câmara, Arthur Lira, segundo integrantes da equipe econômica. Lira, afirma um deles, trabalhou para aprovar propostas que eram de interesse do governo no Congresso. Salgada mesmo, diz a fonte, foi a fatura cobrada pelo ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia, que, em 2020, pediu R$ 30 bilhões em emendas de relator para fazer oposição ao governo.

Emendas na mira

As emendas de relator estão entre os alvos que a equipe econômica quer atingir caso Bolsonaro seja reeleito e decida prorrogar o Auxílio Brasil de R$ 600. O argumento será que, para pagar essa conta adicional, será preciso cortar de outro lado.

É claro que, se nada mais funcionar, pode-se esperar mais um furo no teto de gastos. Esse mecanismo terá que ser reformado de qualquer maneira a partir de 2023, afirma um integrante da equipe econômica. O teto foi feito para impedir o governo de gastar, mas acaba limitando operações que, na prática, não são gastos, como retirar recursos de reservas de um banco no exterior para fazer aporte num organismo multilateral. O governo tem tido dificuldades, por exemplo, para capitalizar o banco dos BRICs por causa disso.

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