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Brasília em Off: O maior temor de Bolsonaro na corrida eleitoral

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O presidente Jair Bolsonaro estará morto politicamente se a inflação continuar a subir no ritmo atual, afirma um interlocutor do Planalto. A alta dos preços virou a maior preocupação de auxiliares do presidente que articulam sua campanha à reeleição. Segundo um deles, todo o esforço junto ao Congresso para conseguir pagar um Auxílio Brasil de R$ 400 acabará sendo anulado se o poder de compra da população continuar a ser consumido.

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Para acalmar a turma, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, assegurou a Bolsonaro que a inflação cederá no primeiro trimestre do ano que vem.

Agenda 2022

A agenda econômica do governo para 2022 deve ser focada no que é consenso e tem chances reais de algum progresso. Isso significa deixar de lado as reformas administrativa e do Imposto de Renda para avançar em projetos que resultem em melhoria do ambiente de negócios, como o novo marco de garantias, segundo um integrante da área econômica. Uma das leituras no governo é que adiar essas reformas pode ter como reflexo até mesmo uma melhorar do clima com o empresariado, que não quer ouvir falar em taxação de dividendos, e com o funcionalismo, uma base eleitoral importante para Bolsonaro.

João Solução

O ministro da Cidadania, João Roma, ganhou o apelido de João Solução de colegas da Esplanada. Ele anda sendo chamado para apaziguar conflitos, especialmente os que envolvem o ministro da Economia, Paulo Guedes. Foi Roma, por exemplo, quem recentemente convenceu Guedes a abrir o cofre e liberar recursos para o Ministério da Infraestrutura, comandado por Tarcísio Gomes de Freitas.

Diabo que for preciso

Não há dentro do governo nenhuma preocupação da área política com a possibilidade de faltar recursos para a área social em 2022. Mesmo que o governo tenha que acomodar outras demandas por gastos -- como é o caso do aumento para policiais -- a área social é uma prioridade e o governo vai dar um jeito de encontrar recursos, mesmo que isso requeira créditos extraordinários. Nas palavras de um auxiliar do presidente, o governo vai abrir o diabo que for preciso pelo social.

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