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Brasília em Off: Guedes quer fazer barulho

Martha Beck
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer que sua equipe trabalhe para dar mais visibilidade à agenda de reformas. A ordem é “fazer barulho” e dar um “choque de comunicação” logo após as eleições para os comandos da Câmara e do Senado na semana que vem.

Guedes quer acelerar a aprovação da PEC emergencial para que o orçamento possa acomodar mais gastos diante das pressões provocadas pelo agravamento da pandemia. O ministro acha que também é preciso dar mais visibilidade à agenda de melhoria do ambiente de negócios, com mais abertura comercial, reforma tributária e aprovação dos marcos regulatórios de petróleo, gás natural e do setor elétrico.

O Ministério da Economia divulgará nos próximos dias um documento no qual destaca que os 8,5% do PIB em gastos para combater a pandemia em 2020 levaram o país a uma resposta econômica melhor que os demais emergentes. “Os gastos, contudo, devem ser vistos como temporários diante de um momento tão atípico”, diz o documento ao qual a Bloomberg teve acesso, adicionando que a agenda de reformas e consolidação fiscal será retomada.

E eu?

A equipe econômica chegou a discutir a possibilidade de anunciar um plano de recolocação de trabalhadores da Ford no mercado depois que a montadora decidiu fechar suas portas no Brasil, impactando 5 mil empregos. O Ministério da Economia, no entanto, acabou pisando no freio depois que a notícia vazou e empresários de diversos setores que tiveram que demitir trabalhadores por causa da crise procuraram a pasta para reclamar.

Quem vê cara...

Integrantes da Economia não sentiram nenhum alívio ao ver o presidente Jair Bolsonaro defender o teto de gastos e a austeridade fiscal durante evento do Credit Suisse no início de semana. Um deles afirma que esse costuma ser o comportamento do presidente quando Guedes está ao seu lado. O problema é como Bolsonaro se comporta quando o chefe da equipe econômica não está na sala.

Eletrobras

Todo o esforço iniciado pelo governo Michel Temer para privatizar a Eletrobras ficará pelo caminho. A saída de Wilson Ferreira do comando da estatal foi vista por pessoas próximas ao projeto como o golpe derradeiro em uma ideia que tem pouquíssimo apoio no Congresso. Agora, a tendência é que a Eletrobras se transforme numa empresa agonizante.

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