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Brasília em Off: A demora de Lula em caminhar para o centro

(Bloomberg) -- Aliados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm demonstrado preocupação com a demora da campanha do PT em caminhar em direção ao centro.

Esses aliados afirmam que o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, que foi considerado um trunfo justamente por demonstrar que um eventual governo não terá apenas a marca da esquerda, deveria ter começado a atuar de forma mais efetiva.

Em sua entrevista com o Jornal Nacional na noite de quinta-feira, Lula mencionou o nome do ex-governador diversas vezes, dizendo que Alckmin participará de todas as decisões na mesa e que os dois juntos garantirão a credibilidade do Brasil.

Lula diz que construirá credibilidade junto com Alckmin

Primeira agenda

Alckmin teve nesta semana sua primeira agenda de campanha sem o PT. Ele se reuniu com representantes de santas casas e hospitais filantrópicos e prometeu criar uma secretaria voltada ao setor no Ministério da Saúde.

Também há preocupação dos aliados com a pouca clareza sobre quem são os economistas de Alckmin que atuam na elaboração de propostas para um eventual governo de Lula.

Temer aborrecido

O ex-presidente Michel Temer está aborrecido com Lula. Aliados de Temer afirmam que tudo o que ele quer é que o ex-presidente pare de criticá-lo, e estaria disposto até mesmo a trabalhar pela campanha petista. O sinal da mágoa vem sendo dado por declarações na linha de que Temer não teria condições de votar em Lula sequer em segundo turno.

Lula Analógico

O ex-presidente tem tentado ficar mais por dentro das redes sociais, mas a coisa está difícil. Tem aceitado, com alguma relutância, participar de live pelo Facebook, como fez com o deputado André Janones há algumas semanas. Mas o caminho ainda é longo.

Aliados afirmam que Lula não usa WhatsApp e fica perguntando à equipe de campanha como anda o tal do TikTok. Os posts do Twitter são feitos pelo time da campanha.

Comunista?

Economistas ligados ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foram enviados ao mercado financeiro durante a transição em 2002 para acalmar os ânimos com a vitória do PT e explicar aos mais afoitos que Lula não era um comunista, mas um líder sindical pragmático. Hoje, 20 anos depois, eles afirmam que continuam ouvindo do mercado a mesma pergunta.

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