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Brasil é o país com menos mulheres na liderança em TI, diz estudo

·1 minuto de leitura
  • Brasil é o 1º em número queixas de preconceito e discriminação

  • No Brasil, 66,8% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres; no México o indicador chega a 84,3%

  • Profissionais brasileiras de tecnologia ocupam maior número de posições técnicas e suporte

O Brasil é o país da América Latina com menor número de mulheres em cargos de alto e médio escalão em empresas de tecnologia, segundo pesquisa do PageGroup. Enquanto o indicador de brasileiras executivas é de 66,8%, o México encabeça a lista com 84,3%. No entanto, ao ocupar cargos técnicos e de suporte, as profissionais brasileiras estão no 1º lugar da lista, com 33,2% de presença.

Nos conselhos administrativos, o Brasil é o melhor posicionado no ranking, com 50% dos cargos ocupados por mulheres. O país ficou à frente de México, Colômbia, Peru, Argentina e Chile. Do total de 930 profissionais entrevistados no estudo, 72% são mulheres e 28%, homens.

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A pesquisa demonstrou também que o Brasil é o país com maior número de queixas de preconceito e discriminação (65,3%), com 48,1% dos participantes opinando que as empresas seriam as maiores responsáveis pelo desequilíbrio entre os sexos no ambiente profissional.

Entre os fatores citados como motivadores para o desequilíbrio, os mais citados pelos entrevistados foram domínio masculino no segmento, falta de modelos a seguir para as mulheres, processos seletivos enviesados e poucas oportunidades para cargos de liderança. Os participantes também indicaram possíveis medidas para solucionar a disparidade, como contratação de mais mulheres mediante processos de recrutamento sem vieses, campanhas de incentivo ao ingresso de mais mulheres na área tecnológica e maiores oportunidades de promoção.

Os participantes demonstraram uma carência quanto a benefícios direcionados a profissionais mulheres, entre eles horários flexíveis, acesso a home office, seguro saúde e auxílio-creche ou berçário. Também apontaram a falta de uma qualificação que mitigue processos seletivos enviesados por parte do setor de recursos humanos.

As informações são do G1.

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