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Bragantino, com Claudinho, abre 2 a 0, mas Fluminense marca no fim e arranca empate

·1 minuto de leitura

Se o Fluminense teve que suar para garantir a classificação na Copa do Brasil tendo força máxima, enfrentar novamente o Bragantino estando com seis mudanças se desenhava algo complicado. Cometendo erros capitais então, a chance de vitória quase se tornou nula. Apesar disso, o tricolor tropeçou nas próprias pernas, mas reagiu e arrancou um empate heroico por 2 a 2 ontem, no Nabi Abi Chedid, pelo Brasileiro.

Falar das mudanças de Roger Machado, que escalou Nino, David Braz, Wellington, Ganso, Luiz Henrique e Abel Hernández de titulares, fica em segundo plano quando a estratégia desmoronou logo no início da partida. Ao errar a saída de bola, Marcos Felipe deu no pé de Claudinho, que em dois toques deixou Lucas Evangelista livre para abrir o placar.

Então, o diagnóstico óbvio veio a tona. Reforçado com o meia Claudinho e com elenco completo, o Bragantino era mais time e estava melhor postado. Porém, mesmo desentrosado e um tanto desorganizado, o Fluminense ameaçava e levava perigo. Até errar novamente.

Um escorregão de Caio Paulista no ataque deixou Claudinho novamente livre para puxar contra-ataque. Ytalo achou belo passe para Artur, que bateu na saída de Marcos Felipe para ampliar. No intervalo, a partida estava praticamente resolvida.

Roger mudou o esquema tático e colocou dois centroavantes. Mesmo tendo tirado Ganso, um dos poucos atletas lúcidos na partida, o tricolor descontou em mais um gol de bola aérea — Bobadilla desviou para o gol de Caio Paulista. A equipe perdeu a ligação no meio-campo, mas partiu para o abafa.

Até que próximo do fim de jogo, cruzamento na área e bola na mão do zagueiro do Bragantino. Pênalti para o Fluminense, convertido por Abel. Uma derrota quase certa virou um empate heroico.

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