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BR Distribuidora nega relação com Golar em fatos que resultaram em operação da PF

Allan Ravagnani
·2 minutos de leitura

Companhia afirmou também que parceria com a Golar visa apenas buscar o desenvolvimento conjunto de soluções de GNL de pequena escala Divulgação A BR Distribuidora afirmou nesta terça-feira que não tem relação com os fatos citados nas reportagens que teriam dado origem a 75ª fase da Operação Lava-Jato, onde foi citado o nome de um representante da Golar Power, parceira da companhia em negócios de GNL. A companhia publicou comunicado ao mercado nesta manhã negando a relação e afirmou também que a parceria com a Golar visa apenas buscar o desenvolvimento conjunto de soluções de GNL de pequena escala e se beneficiar da utilização da infraestrutura e experiências da BR, no setor de distribuição de combustíveis, e da Golar Power, na indústria de GNL. “No momento não há qualquer decisão relativa a novos passos no âmbito da parceria e, ao tomar conhecimento das notícias, a companhia deu início às diligências necessárias para averiguação dos referidos fatos de modo que possa avaliar as eventuais implicações para os negócios entre as companhias”, disse o comunicado. A Golar é dona de metade da Hygo Energy, cujo presidente está sendo investigado pelo Ministério Público Federal por suspeita de esquema de propina envolvendo justamente a Petrobras. A investigação do MPF se refere ao período em que Eduardo Antonello era executivo de outra companhia do setor de óleo e gás, a Seadrill. Antonello presta serviço à Hygo por meio da Magni, empresa em que é sócio de Tor Troim, diretor da Golar. No Brasil e em acordo com autoridades holandesas, a Polícia Federal realizou operação de busca e apreensão na última quarta-feira, com mandados que incluíram endereços ligados a Antonello. As buscas foram um dia antes da data marcada para fixação do preço da oferta pública inicial de ações da Hygo na bolsa americana Nasdaq — com isso, a oferta foi suspensa. A Golar informou por meio de nota, na semana passada, que não há ligação entre a investigação e serviços prestados para sua controlada, mas que faria uma checagem em todas as operações envolvendo a empresa e o executivo.