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E segue o ogo em Bragança: Red Bull Bragantino 0 x 0 Corinthians

Mauro Beting
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Quem viu ou dormiu ou se irritou ou mesmo já imaginava: zero para todos os lados. FOTO: Miguel Schincariol/Getty Images
Quem viu ou dormiu ou se irritou ou mesmo já imaginava: zero para todos os lados. FOTO: Miguel Schincariol/Getty Images

Enquanto isso, em Bragança Paulista, segue Red Bull Bragantino 0 x 0 Corinthians desde o sábado à noite, a partir das 21 horas...

Placar que se esperava desde o apito inicial que segue distante do final. Quando Gil recebeu de Cássio e rolou para Danilo Avelar. Gabriel afundou para receber a bola que foi encaixotada pela marcação mais à frente do Braga. Cantillo então se aproximou e tocou para o lado. Queria metosmo era achar Otero para que ele chutasse de onde fosse. E ainda assim seria mais perigoso do que Luan que não joga. Jô que não tem com quem jogar.

O Corinthians que só é menos previsível e chato que o futebol do BR-20 sem futuro, e de nós, jornalistas, todos os momentos sendo tão chatos quanto os jogos arrastados como o talento que parece arrestado. De bola pra lá e ainda mais pra lá da bola brasileira. Pela impaciência com os treinadores. Por tabela pela inoperância deles.

Os de fora não são apenas melhores. São mais ousados. Até por saberem que se se forem sacados antes da hora como Dudamel e Jesualdo, bem ou mal, voltam pra casa. Pros seus países. Onde se respeita mais o tempo e o trabalho. Ainda mais o trabalho sem tempo.

O desembalo de sábado à noite em Bragança só não foi mais esperneado por ser o esperado.

Não muito mais coisa se vai ver de Corinthians até o final da temporada.

Não muito mais futebol se vai ver no Brasil assim.

Como a justa ordem que se ouviu no segundo tempo sem público e sem futebol no Nabi. "Agride a bola", pedia o bom treinador Marcelo Barbieri para o seu RBB não deixar o rival jogar.

E todos de fato não jogaram. Talvez por entender a orientação em outra acepção. De agredir mesmo a bola. E a nossa paixão.