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Botafogo enfrenta o Atlético-MG e inicia série contra times do G-4 do Brasileirão

Igor Siqueira
·3 minuto de leitura
Vitor_Silva / Vitor Silva/Botafogo

Parece até que o Botafogo escolheu a dedo. Numa coincidência absoluta e um dia após a eleição de Durcesio Mello como novo presidente, o alvinegro inicia nesta quarta-feira uma série de jogos contra os times que, em ordem, formam no momento o G-4 do Brasileirão. O primeiro duelo será contra o líder Atlético-MG, no Mineirão, às 21h30.

Depois do time mineiro, o Botafogo tem o clássico contra o Flamengo, atual segundo colocado, emenda com o São Paulo, que está em terceiro, e fecha a sequência com o Internacional, atualmente o quarto.

Esse desenho não existiu no começo do campeonato porque o jogo que está por vir contra o São Paulo é remarcado da 18ª rodada.

Embora o alvinegro tenha vencido o time de Jorge Sampaoli no primeiro turno — uma das três vitórias ao longo da campanha de 21 partidas —, o timing para esse reencontro não poderia ser pior. São três derrotas seguidas, dentro de uma série de seis jogos sem vitórias.

Ampliar a série negativa pode comprometer as pretensões do Botafogo de chegar ao fim do Brasileiro sem maiores sustos. O time hoje está em penúltimo, cinco pontos atrás do Ceará, primeiro time fora da zona de rebaixamento.

No contexto ainda está a adaptação ao modelo do técnico Ramón Díaz, que tem usado o filho Emiliano como representante no cotidiano, já que se recupera de cirurgia no Paraguai.

Após a derrota para o Fortaleza, domingo, Emiliano falou sobre as contas que martelam na cabeça do grupo botafoguense: oito vitórias nos 17 jogos restantes para não passar sufoco.

— Sabemos que não temos tempo, que temos que ganhar oito de 17 partidas para ficarmos tranquilos. É o objetivo que estamos buscando. E vamos conseguir, não tenho dúvida. É falar pouco e trabalhar muito. Acreditamos no nosso elenco — disse o interino.

Novo curso

Além do comando técnico, há mais contrastes entre o Botafogo de hoje e o que enfrentou o Atlético-MG no primeiro turno. Naquele jogo, inclusive, Paulo Autuori tirou da cartola uma formação 4-4-2 que uniu Matheus Babi e Pedro Raul no ataque. A dedicação na marcação e a saída cirúrgica ao ataque trouxeram a vitória por 2 a 1.

A boa fase de Pedro Raul se refletiu no golaço no jogo seguinte, contra o Flamengo. Só que o empate sofrido nos minutos finais foi o primeiro tropeço na série de dez jogos sem vitórias. Coisa que o Botafogo não pode nem pensar em repetir, se quiser alcançar a meta. Mas, pelo quadro atual, essa não pode ser considerada uma hipótese absurda, embora o Inter não esteja bem com o técnico Abel Braga.

Será justamente durante a sequência frente ao atual G-4 que o Botafogo passará por mudanças administrativas. A reboque da eleição realizada ontem, e não finalizada até o fechamento desta edição, o comitê gestor do futebol será desmobilizado. Manoel Renha, por exemplo, passará um tempo no Canadá para o nascimento do neto. Carlos Augusto Montenegro já disse que o futebol tem feito tão mal quanto cigarro. Ele já parou de fumar.

— O futebol não está bem, infelizmente. Algumas contratações equivocadas, fomos prejudicados pela arbitragem. Estamos com esperança que Ramón leve esse grupo para frente — disse o dirigente.