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Boom de baterias motiva Vale a explorar cisão de metais básicos

James Attwood e Peter Millard
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A Vale, segunda maior produtora de minério de ferro do mundo, está avaliando a cisão de seu negócio de metais básicos, uma vez que a transição global para a energia e transporte limpos estimula a demanda por cobre e níquel.

“Estamos em uma fase de estudos - analisando a possibilidade”, disse o diretor presidente, Eduardo De Salles Bartolomeo, em uma teleconferência com analistas nesta terça-feira.

A mineradora sediada no Rio de Janeiro, que ainda se recupera do desastre de rejeitos de minério de ferro em 2019, continua a ser negociada com desconto em relação às concorrentes australianas BHP e Rio Tinto. Alojar as operações de metais básicos no Canadá, Brasil e Indonésia em uma empresa separada pode ajudar a alavancar valor à medida que a companhia expande a produção de cobre e níquel e sai do carvão.

A Vale, que já é a maior produtora comercial de níquel extraído, vê uma oportunidade de crescer na cadeia de suprimentos de veículos elétricos já o mundo tenta se distanciar dos combustíveis fósseis.

A empresa assinou recentemente um “importante” contrato para fornecer níquel por vários anos e quer canalizar 30% a 40% de seu níquel de alta qualidade para cadeia de abastecimento de veículos elétricos, disse Mark Travers, que comanda o negócio de metais básicos. A Vale tem as “credenciais ESG” de intensidade de baixo carbono e a respectiva jurisdição do Canadá para isso, disse.

Em cobre, o metal usado na fiação que está sendo comercializado perto dos níveis mais altos em uma década, a Vale espera aumentar a produção anual de cerca de 360.000 toneladas para 500.000 toneladas nos próximos anos, à medida que explora o depósito de Hu’u, na Indonésia.

Título em inglês:Battery Boom Prompts Iron Giant Vale to Mull Base Metal Spin-off

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