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Bônus para quem economizar energia deve ser menos de R$ 1 por kWh

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(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)
  • A tarifa média paga pelos consumidores residenciais hoje está em R$ 607,60 por MWh

  • Ganhariam desconto os consumidores que economizarem de 10% a 20%

  • Os descontos devem ser bancados via Encargo de Serviço do Sistema

Não é bom esperar um desconto daqueles na conta de luz por meio do programa do governo de incentivo para economizar energia. 

A política de incentivo começa na próxima quarta-feira, mas o governo federal ainda não definiu qual será o valor do desconto. Segundo o Estadão, foi cogitado um bônus de R$ 1 a cada quilowatt-hora (kWh) economizado. A proposta, no entanto, foi descartada por ser considerada inviável para manter o equilíbrio financeiro do setor elétrico.

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A avaliação dos técnicos é que a gratificação nesse valor é 'além da conta', uma vez que representaria R$ 1 mil por megawatt-hora (MWh). Para se ter uma ideia, a tarifa média paga pelos consumidores residenciais hoje está em R$ 607,60 por MWh.

De acordo com membros do governo ouvidos pelo jornal, não é possível ter um custo alto desse jeito para incentivar a redução do consumo de energia, mesmo que a situação seja bem preocupante.

O anúncio oficial do programa de redução voluntária voltado para os consumidores residenciais foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Pela proposta em análise, ainda não fechada, ganhariam desconto os consumidores que economizarem de 10% a 20%. 

Os descontos devem ser bancados via Encargo de Serviço do Sistema (ESS) – taxa que é cobrada na própria conta de luz. O “bônus”, então, seria custeado pelos próprios consumidores, quanto pelos que operam no chamado mercado livre, como as indústrias.

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