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Bombardeios de Israel na Síria deixam 11 mortos, a maioria combatentes pró-regime

JALAA MAREY
·2 minutos de leitura
Soldados israelenses perto da fronteira com a Síria, nas colinas de Golã, em 31 de agosto de 2020
Soldados israelenses perto da fronteira com a Síria, nas colinas de Golã, em 31 de agosto de 2020

Três soldados sírios, sete milicianos pró-Irã e um civil morreram nos bombardeios executados pelo exército israelense na Síria, informou a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Os bombardeios tiveram como alvos posições do exército sírio ao sudoeste de Damasco e de grupos pró-Irã, incluindo o Hezbollah libanês, na província de Deraa (sul).

Uma mulher síria, três militares sírios e sete milicianos estrangeiros, que integravam as milícias pró-Irã que lutam na Síria, faleceram nos bombardeios, afirmou à AFP Abdel Abdel Rahmane, diretor do OSDH, que não indicou se entre as vítimas estavam combatentes do Hezbollah.

A agência oficial síria Sana, que citou uma fonte militar, afirmou que o "inimigo israelense apontou para a região sul com mísseis e nossa defensa antiaérea respondeu".

A agência explicou que os disparos eram procedentes das colinas de Golã, ocupadas por Israel, e informou que dois soldados morreram, assim como uma mulher e sete milicianos ficaram feridos.

Desde o início em 2011 do conflito na Síria, Israel executou centenas de bombardeios contra as forças do regime, mas também contra seus aliados: Irã e o Hezbollah libanês.

Israel, que não confirma suas operações na Síria, repete que não permitirá que este país se transforme em uma base de Teerã.

Este foi o segundo incidente do este tipo em agosto.

No dia 3 do mês passado, Israel reivindicou bombardeios na província de Quneitra, em represália por tentativas de instalação de bombas de fabricação caseira ao longo da fronteira com a Síria.

Em 20 de julho, cinco combatentes pró-Irã, incluindo um membro do Hezbollah, faleceram em bombardeios israelenses no sul de Damasco, segundo o OSDH.

No domingo, o líder do Hezbollah, Hasan Nasrallah, advertiu que seu movimento mataria um soldado israelense por cada membro do grupo morto por Israel, dando a entender que ainda não vingou a vítima do bombardeio de 20 de julho.

lar/at/af/mar/fp