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Bolt, rival da Uber, é avaliada em R$ 11,1 bilhões com novos fundos

Loni Prinsloo
·2 minuto de leitura
Two men walk past a prototype of a two seater electric car made by the Bolt Mobility company, which is displayed during the Vivatech startups and innovation fair, in Paris on May 16, 2019. (Photo by Philippe LOPEZ / AFP)        (Photo credit should read PHILIPPE LOPEZ/AFP via Getty Images)
A empresa captou US$ 20 milhões em fundos do Banco Mundial neste mês. Com essa rodada, a Bolt, com sede em Tallinn, na Estônia

(Bloomberg) — A Bolt Technology, rival da Uber Technologies na África e no Leste Europeu, foi avaliada em mais de US$ 2 bilhões em sua rodada de financiamento mais recente, de acordo com o fundador e CEO, Markus Villig.

A empresa captou US$ 20 milhões em fundos do Banco Mundial neste mês. Com essa rodada, a Bolt, com sede em Tallinn, na Estônia, já levantou um total de 500 milhões de euros (US$ 596 milhões). Agora a empresa planeja se expandir ainda mais na África e melhorar a tecnologia, disse Villig em entrevista. Investidores de outras rodadas incluem a Daimler, dona da Mercedes-Benz, e a chinesa Didi Chuxing.

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Villig, que fundou a empresa há cerca de sete anos quando tinha 19 anos, disse que a Bolt agora é o serviço de aplicativo de transporte dominante em seus maiores mercados africanos, que incluem África do Sul, Quênia e Nigéria. A Bolt também opera na Tanzânia, Gana e Ruanda e planeja se expandir ainda mais no continente nos próximos dois anos, disse.

“Nosso objetivo é nos tornarmos o maior player em todos os nossos países em operação, por isso, recebemos uma parcela menor de cada viagem, tornando-a mais acessível para os clientes e mais rentável para nossos motoristas”, disse Villig. Na África, a Bolt planeja usar sua plataforma para adicionar outros serviços, como entrega de mantimentos e comida.

A competição é intensa no setor de aplicativo de transporte, e grandes empresas como Uber e Didi se expandem rápido no mundo todo. A Bolt planeja entrar em mercados na América Latina e na Ásia-Pacífico por meio de acordos de franquia, onde grandes empresas dos EUA e de outros países não estão tão concentradas, disse Villig.

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