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Bolsonaro volta a criticar Alcolumbre por barrar sabatina de André Mendonça e diz que não irá recuar

·2 min de leitura

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) nesta quarta-feira pela demora em marcar a sabatina de André Mendonça na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Indicado em julho deste ano para o Supremo Tribunal Federal, Mendonça ainda aguarda a realização da votação de seu nome no Senado, que não ocorre porque Alcolumbre, que preside a comissão, se nega a marcar uma data.

Em entrevista ao pastor Silas Câmara, antes de participar de um evento com evangélicos em Manaus, o presidente afirmou que não irá recuar da indicação de André Mendonça ao Supremo.

— Não vou desistir, não vou mandar outro nome para lá. Espero que o André seja aprovado. Está há mais de três meses esperando. Isso é uma tortura, é um desapreço para com o presidente da República. O que ele fez de errado? O que ele defendeu que é indefensável? — afirmou.

Bolsonaro afirmou que não entende qual a restrição que Alcolumbre tem com o nome de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal e destacou que, no período em que o senador esteve à frente do Senado Federal, ele era um aliado do governo.

— Há uma resistência por parte de um senador que foi parceiro nosso nos dois anos quando estava a frente da presidência do Senado. Eu tinha problemas na Câmara mas não tinha no Senado. Davi Alcolumbre foi uma pessoa excepcional para nós trabalhando lá — afirmou Bolsonaro.

Na terça-feira, durante evento em Roraima, o presidente já havia falado que Mendonça sabia da dificuldade para a aprovação de seu nome no Senado.

— Estamos, se Deus quiser, na iminência de ter um pastor ministro do Supremo Tribunal Federal. Uma pessoa que tem um currículo invejável. Tenho conversado com ele há muito. Que sabe das dificuldades, não para passar na sabatina, ele passa com nota quase 10, mas da dificuldade (de) na votação secreta ter seu nome aprovado — discursou o presidente.

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